Acredito que uma boa forma de explicar essa série seja dizer que é uma espécie de American Pie que deu certo. Ou melhor, um American Pie que realmente está preocupada em passar uma mensagem.
2019 CHEGOU!!!!!
É verdade que o primeiro dia do ano já começou com o que a gente mais temia enfim acontecendo, porém a vida (e a luta) continuam, assim como nossas vidas pessoais não param nem um segundo. Então aqui estamos nós por mais um ano seguindo compartilhando nossas metas pro ano, com aquela esperança renovada de que as coisas podem ser melhores sim.
É chegada a hora de conhecer nossos objetivos para 2019:::
É verdade que o primeiro dia do ano já começou com o que a gente mais temia enfim acontecendo, porém a vida (e a luta) continuam, assim como nossas vidas pessoais não param nem um segundo. Então aqui estamos nós por mais um ano seguindo compartilhando nossas metas pro ano, com aquela esperança renovada de que as coisas podem ser melhores sim.
É chegada a hora de conhecer nossos objetivos para 2019:::
Ariel Carvalho
Carol Cardozo
CCdiário
Como foram nossas expectativas para 2018?
31.12.18ConversaCultEnfim chegamos ao ÚLTIMO DIA DO ANO, e com ele nosso adorado post de retrospecto das nossas expectativas feitas no ano passado. Esta é a hora da verdade, o momento em que fazemos um balanço da nossa vida e descobrimos o que afinal conseguimos cumprir, ou não.
PORÉM, independente de metas cumpridas ou não, todos nós SOBREVIVEMOS ao ano de 2018, o que já é uma grande vitória. Agora vamos às nossas expectativas....e os seus resultados:::
Estamos na reta final da nossa retrospectiva e hoje é a vez dos livros que nós amamos!! 2018 foi um ano difícil nesse quesito pra maioria, mas sempre há uma luz no fim do túnel e conseguimos elencar alguns títulos que fizeram a diferença pra nós. Vamo lá:
baco exu do blues
Carol Cardozo
coisas que amamos
Coisas que Amamos em Novembro
21.12.18ConversaCult
Eu sou filha de um homem negro com uma mulher branca, não
diferente de muitos outros brasileiros. Mas esse fato e a minha criação fizeram
com que eu não soubesse em que lugar estava em relação a minha cor. Eu aceitava
a denominação parda de maneira ingênua e acomodada, porque enquanto na família
do meu pai, onde todos eram negros, eu não era negra o suficiente para ser
vista como igual, na família da minha mãe, composta de brancos, eu sempre fui a
"moreninha", nunca negra demais.
Animação
CCDesenhos
CCIndicação
She-Ra e as Princesas do Poder: o que achei dos 5 primeiros episódios
18.11.18Taiany Araujo
Sendo bem sincera, eu não lembro nada do desenho original. Minhas referências sobre She-Ra eram uma vaga memória do desenho do He-Man e minha mãe gritando "Pelos poderes de greiscow eu sou She-Ra" pela casa ao longo dos meus 27 anos. Ela é dessas que vive repetindo uma frase sem parar e totalmente fora de contexto, nem conto qual é a que vem se destacando ultimamente. Enfim, cheguei até assistir um episódio da versão de 1985 que tem na netflix também, mas acabei deixando pra lá ao ser soterrada embaixo de tudo que tento assistir e conciliar com trabalho, vida social, essas coisas.
1984
A Revolução dos Bichos
CCdiscussão
Os livros nos ensinaram, mas parece que não queremos ouvir
14.10.18Taiany Araujo
Eu aceito não saber sobre livros de história - talvez a educação tenha sido deficiente, a minha foi. Aceito não ter ideia da dimensão que foi a ditadura militar nesse país, não saber o que é fascismo, nazismo e qualquer outra coisa que jovens que nasceram a partir de 1985 só aprenderam na escola. Mas eu não consigo conceber a ideia de que as pessoas nunca ouviram uma música dos grandes nomes da MPB, que não viram filmes e mais filmes falando sobre totalitarismo, que não viram séries... simplesmente não aceito que essas pessoas não se deem conta do que estamos vivendo.
Quando se fala em solidão da mulher negra, se você não faz parte de um grupo que discute gênero, classe, raça e etc, talvez esse seja um assunto que você nunca ouviu falar. E porquê deveria se as mulheres negras estão afastadas de todos os meios, e quando aparecem, como no caso da Marielle Franco, são rapidamente desvalorizadas e apagadas para que se discutam pautas mais importantes?
A minha é esse modelo ai da capa.
Quando ouvi falar pela primeira vez sobre calcinhas absorventes fiquei extremamente empolgada, mas ainda não era uma realidade no Brasil. Então guardei essa novidade no fundo da minha mente e continuei usando o velho companheiro absorvente descartável.
A Assombração da Casa da Colina
CCLivros
CCResenhas
A Assombração da Casa da Colina, de Shirley Jackson
16.9.18Taiany Araujo
E quem iria imaginar que Taiany estaria lendo histórias de terror? Eu com toda a certeza não. Principalmente essa, que é considerada uma das melhores histórias de terror do século XX. No entanto, depois de ter me fascinado com Sempre Vivemos no Castelo, Shirley Jackson passou a ser uma escritora que quero ler apesar de morrer de medo desse tipo de gênero, ainda mais por ser alguém aclamada por nomes como Stephen King e Neil Gaiman - do primeiro passo longe, o segundo é alguém que gostei de tudo que li.

Uma coisa que não canso de falar e adoro, é o fato dos autores que entrevistamos aqui serem muito gente como a gente. Não que isso devesse ser uma surpresa, no entanto, temos a tendência de achar que os escritores não sofrem com o seu trabalho, que não reclamam muito nas redes sociais e se são publicados é porque tiveram sorte. Esquecemos que por trás de um livro existe uma pessoa que pesquisou, estudou, sofreu, duvidou, insistiu. Por anos até.
7 anos
Adriana Araujo
aniversário do cc
O que você aprendeu/descobriu com o ConversaCult?
31.8.18Taiany Araujo
Hoje o nosso lindo site faz o total de SETE ANOS, como a Dana falou mais cedo, e é claro que vamos falar mais ainda disso HAHAHAHAH. Dessa vez temos os depoimentos tanto dos outros membros da equipe como também ex-membros e leitores, falando sobre o quanto aprendemos em todos esses anos <3
O Estante Nacional de hoje é mais que especial, pois estamos com ninguém menos que a rainha dos thrillers. Com livros capazes de amedrontar os leitores mais aficionados desse gênero, Cláudia Lemes quebra os esteriótipos e nos apresenta histórias assustadoras de tão reais. Esse talvez seja o segredo dos seus livros: eles não partem apenas da imaginação da sua criadora, são antes disso, frutos de um estudo constante sobre perfis de assassinos famosos, sexologia e psicologia forense, psicologia social e investigação. Quem espera enredos romantizados como estamos acostumados a ver em seriados vai se surpreender, a autora não tenta embelezar nada.
A minha vontade que a Editora Seguinte lançasse outros livros da página Doodle Time para termos um arco-íris de Sarah Andersen se cumpriu e agora minha estante tá mais fofa e colorida.
Passamos por julho e como não poderia deixar de ser, a equipe do CC consumiu bastante coisa interessante. Vamos aos picos de produtividade e momentos transformadores do mês:































