Ariel Carvalho Carol Cardozo

Como foram nossas expectativas para 2018?

31.12.18ConversaCult


Enfim chegamos ao ÚLTIMO DIA DO ANO, e com ele nosso adorado post de retrospecto das nossas expectativas feitas no ano passado. Esta é a hora da verdade, o momento em que fazemos um balanço da nossa vida e descobrimos o que afinal conseguimos cumprir, ou não.

PORÉM, independente de metas cumpridas ou não, todos nós SOBREVIVEMOS ao ano de 2018, o que já é uma grande vitória. Agora vamos às nossas expectativas....e os seus resultados:::

ARIEL

Eu não participei do post do ano passado, mas sei que meu grande objetivo pra esse ano era me cuidar um pouco mais.

Além da yoga tão recomendada pela psicóloga, eu também precisava diagnosticar e tratar uma doença que vinha causando MUITOS problemas na minha vida, e fico feliz em dizer que isso de fato aconteceu. E eu ainda continuei indo na terapia (CUIDEM DA SAÚDE MENTAL DE VOCÊS) e até da minha PELE eu cuidei. Um pouco de amor próprio faz toda a diferença.



BELLS

No ano passado eu fiz o lance da carta que a Taiany vai contar em detalhes lá embaixo, mas em resumo: escrevi coisas boas e ruins de 2017 numa folha, e as coisas que eu queria pra 2018 no verso, dando um título pra ele. E o título que dei pra esse ano foi: o ano do crescimento. E fazendo a retrospectiva, de fato foi mesmo um ano de CRESCIMENTO. Mas vamos às minhas metas:

1 - Me dedicar mais ao taekwondo

Comecei essa parte agradecendo aos políticos desesperados por voto, termino este ano desejando que eles simplesmente SE FODAM. PEDRO FERNANDES, VÁ PRA PUTA QUE PARIU!!!! Tava tudo muito lindo, fiz meu exame de abril e tals, aí no meio do ano começou a apertar o dinheiro, não fiz o exame de agosto e quando chegou outubro rolou uma treta eleitoral entre o meu mestre e a coordenadora do projeto. Resultado: acabaram com os nossos treinos :))))))

Não há palavras neste mundo pra descrever a minha REVOLTA com tal situação, e esse poderia ter sido o fim da melhor coisa que aconteceu na minha vida. PORÉM me mantive firme e apenas com o incentivo do mestre (pois pouco dinheiro a avós paranoicos) segui treinando pelo menos uma vez por semana na academia dele em outro bairro mais longe e por fim agora em dezembro consegui me tornar faixa verde ponta azul. E AINDA QUEBREI UMA MADEIRA COM A MÃO!!!!! Então posso afirmar que dedicação não faltou HAHAHAHAHA

Apesar da cara de bunda nessa foto, eu tava muito empolgada HAHAHAHAHA

2 - Organizar melhor a minha rotina


Ai gente HAHAHAHAHAHAH. Até o meio do ano, mais ou menos, eu tava razoavelmente organizada. Passei a imprimir o calendário do mês e colar na minha parede, escrever tudo o que eu preciso fazer em tópicos e colocar aqui à vista, enfim. Tava dando certo. Mas aí no último semestre o trem FICOU DESGOVERNADOOOOO e me vi completamente atarantada diante de tanta coisa (ou pelo menos era essa a sensação). Na verdade acho que a minha mente é que tá tão acelerada que parece ser TRILHÕES DE COISAS, mas enfim.

Preciso de uma nova tática.

3 - Investir na minha saúde mental

Bom, o que não faltou nesse ano foi investimento em saúde mental, seja financeiro ou na minha vida em geral mesmo. Segui com a terapia, com as consultas ao psiquiatra e pelo menos no início do ano me mantive na rotina de fazer meditação e acompanhar meu humor diariamente. Mas sei lá, esse ano aconteceu TANTA coisa que nada disso deu conta por muito tempo. Precisei aumentar a dose do remédio, tive umas crises DOIDAS, mês passado o bagulho ficou realmente feio.

Só que ao mesmo tempo eu sei que essa é só uma fase, que tô com muitas novidades e Temas de Conflito pra lidar que já deixariam qualquer pessoa descaralhada da cabeça. Sendo eu esta pessoa naturalmente ANSIOSA, o impacto é maior. Enfim, no fim das contas a missão de lidar melhor com os pensamentos doidos falhou miseravelmente, mas seguimos HAHAHAHA

4 - Começar a trabalhar (ou fazer dinheiro de alguma forma)

Esse deu certo, só que mais ou menos HAHAHAHAHAHAHA. Entrei pra clínica de reabilitação cognitiva da minha orientadora (o que significa que agora ela também é a minha chefe) e cheguei a ter um paciente!!!! Mas foi só ele também, não ganhei muito pois muitas faltas e no fim das contas acabei tendo que passar ele pra outra psicóloga pois os horários não batiam.

MAS COMECEI UM TRABALHO!!! VIVAAAAAAAAAAAAA!!!!


5 - Demonstrar mais afeto e emoções em geral

Eu nem lembrava mais desse item, nem lembrava mais que ele tinha virado uma meta, até que parei pra refletir e descobrir que meio que dei o pontapé inicial??? Quer dizer, durante esse ano em vários momentos me arrisquei mais, demonstrei mais. Falei o que eu sentia e tentei fazer as coisas darem certo. Acho que estou PROGREDINDO!!!!!! Amém.


CAROL

Fui ver o post de expectativas pra 2018 e sinceramente, deu até uma tristezinha. Os meus planos grandes se afundaram, os mais a médio prazo também porque estou terminando o ano DESEMPREGADA, meu time não ganhou nenhum campeonato de futebol, meu time de futebol americano tá todo cagado... Sinceramente, já pode acabar, já deu.


Minhas expectativas eram:

- Comer de forma mais saudável: Até estava indo bem mas pro fim do ano foi tudo pro saco.
- Me mudar com meu namorado: Fuen.
- Ler mais: essa realmente consegui, não cheguei nem a 20 livros lidos no ano, mas já foi o suficiente pra participar de algumas partes de leitura do Coisas que Amamos. 
- Continuar conhecendo bandas novas: Oi Mitski, oi Snail Mail. Deu mais que certo também.
- Continuar tentando aprender a tocar guitarra: eu literalmente não toquei na guitarra esse ano. Nada mais a declarar.

No mais, que venha 2019 e que Deus nos ajude.


DANA

No geral, estou feliz com 2018 e ainda tem muita coisa que eu quero alcançar, mas foi um ano bom e bem vivido.

1 - Quero aprender a falar inglês. 

Eu tô escrevendo melhor, isso conta? Mas na real nem tô triste, porque acho que meus objetivos mudaram e isso é relacionado a outra coisa que eu quis fazer esse ano.

2 - Descansar feat. foda-se ter expectativa. 

Essa expectativa foi muito boa. Alcancei minhas expectativas de não ter expectativas.


3 - Terminar o projeto de contos e a Ground Control. 

Então........................... Né. Não completei, mas na real não tô triste porque o projeto de contos ficou maior do que eu imaginava e eu continuo trabalhando, e eu não passei pra Ground Control porque estava terminando outra. No fim das contas, fiz o que eu queria não do jeito que eu esperava. E eu sei que ainda tenho muito caminho a andar, mas eu acho que fiz o 2 acima tão bem que não tô preocupada. É como se fosse uma caminhada até a montanha - é óbvio que eu queria já estar na montanha, mas se todo dia coloquei um pé na frente do outro e continuei indo em frente e ainda não tô lá, bem, paciência. Uma hora chega.

4 - Estar desenhando alguma coisa que presta. 

Eu ainda não cheguei LÁ, mas ESTOU CHEGANDO. Vamos ver um comparativo (estou escrevendo isso antes de escolher imagem então nem sei qual vai ser o comparativo).

Outubro de 2018:

Giovanni e a familiar dele, Radiante. Ele é um Personagem do Mestre
de um jogo de d&d que eu comecei a metrar esse ano.
Qualquer coisa antes de 2018:

desculpa, gente, eu ia colocar algo, mas só tem coisa horrorosa
no final de 2017 eu comprei a mesa de desenhar então não dá pra comparar

5 - Tomar Rumo na Vida. 

O rumo que eu encontrei na vida foi desistir de buscar rumo e continuar vivendo de boa, mas tô feliz. E eu definitivamente já vejo os contornos de um horizonte mais do que eu via há um tempo.

EDUARDO

Minhas expectativas para 2018 foram bem estranhas. Eu estava num momento da vida de fechar ciclos e começar uma fase completamente diferente. Em dezembro do ano passado eu estava perdido, sem rumo e sem saber o que esperar do próximo ano e minhas expectativas eram:

1 - Arrumar um emprego: A principal delas, a mais importante e a que não deu nada certo. Não arrumei emprego. Tive um bico ou dois na minha área e nada mais. Minha sorte é ter o privilégio de uma família que me ajuda financeiramente, porque se não tivesse isso eu nem sei onde estaria agora.

2 - Conhecer esse povo lindo do ConversaCult: É, não foi dessa vez.


3 - Voltar a escrever: Durou uma semana e eu nunca mais peguei no original que estava programando editar e revisar esse ano.

4 - Sei lá: Essa meta seguia a mentalidade de que eu não queria criar grandes expectativas pra esse ano e viver cada dia de uma vez vendo onde minha vida ia me levar. Talvez seja a única que tenha dado certo.

Eu viajei, comecei a namorar, me diverti horrores e tô muito mais feliz do que pudesse imaginar. No Natal comentei que não tinha achado o 2018 tão bom assim e que o de ruim tinha equilibrado o de bom, mas acho que no fim das contas as coisas boas superaram o que teve de ruim.

JOTA

Não vou falar que 2018 foi um ano ruim para mim, porque não foi. Teve merda? Teve, mas o que teve de coisa boa eu sei que se sobrepõe. E das metas, eu consegui desvendar mais coisas e aprender sobre mim, sobre o que tá rolando no mundo que me confunde, sobre de tudo um pouco:

"Por que tá todo mundo olhando para mim?"

1 - Me dedicar mais ao inglês e espanhol (mesmo de saco cheio).

Esse tópico tá entre: foi um sucesso mediano e merda total. Ao inglês, realmente me dediquei mais, mas era tudo muito por período de tempo e de como eu me sentia, mas comecei a contribuir comigo mesmo para faltar menos, me empenhar em (mesmo que eu não estudasse a gramática fora da sala) falar a língua, ficar entoando música, reencenando as cenas das séries e filmes que eu vejo (se sempre fiz em português, por que não em inglês?). Enquanto no espanhol... tudo foi de mal a pior. Eu peguei o maior ranço das aulas, fiquei totalmente sem motivação, não aprendia nada, as faltas ficaram ainda mais frequentes, mas eu ainda sim consegui meu diploma depois do vídeo foda que eu fiz sozinho sobre o Rick Riordan em espanhol, então não considero a maior falha.

2 - Começar a me exercitar.

"temos um problema"

HAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHHHAHAAHAHHAHAHA, muito bom, muito bom. 

Não vou ser muito maldoso comigo e falar que eu não tentei ou que até não me empenhei, porque eu comecei a usar minha esteira milhões de vezes, mas sempre dava merda ou eu parava por qualquer que fosse o motivo (uma das vezes foi porque fiquei super mal, saí vomitando pelo quarto de madrugada e por aí vai, mas enfim, não foi meu melhor momento) e muitas vezes, do nada me dava vontade de ir caminhar, mas não sei porque eu ficava "melhor agora não" ou era só de madrugada mesmo.

3 - Treinar mais minha área artística.

Então... eu nem sei por onde começar aqui. Mas o que rola é, eu ganhei alguns cursos de desenho (dois sendo da Faber Castell) que até fiz, mas foquei mais na parte de anotar e aplicar esses conceitos na minha escrita do que em desenhos. Esse ano eu fiz alguns, mas pouquíssimos, apesar de ter todo um novo material ao meu dispor. O que acontece é que esse ano eu passei por muitas crises e muitos bloqueios que trancaram todas as minhas formas de arte, desde a escrita até os desenhos, o que obviamente me ferrou ainda mais. 

"Bem-vindo ao mundo real. É uma merda."

Porém dois que fiz nesse fim de ano (aka últimos sete dias do ano) são minhas novas preciosidades que merecem ser protegidas:

Tony e Steve de Universo Marvel.

Flora, minha amiga, de presente pra ela.

4 - Escrever mais.


Da minha meta de 7 histórias finalizadas para o ano, eu não tenho nenhuma. Eu realmente finalizei o total de zero histórias. Eu até entrei em crise pra escrever pro blog e sumi por não sei quanto tempo (o que me manteve escrevendo foi a nova meta estabelecida por nós, e mesmo assim às vezes sentindo que os textos tinham ficado um lixo). Eu tive ideias? Sim, até escrevi, mas não consegui finalizar, e as minhas crises e bloqueios só pioraram, então eu vim procurando ajuda e exercendo minhas artes de maneiras diferentes e de pouco a pouco voltando a escrever.

5 - Organizar melhor meu tempo.

Olha, eu sou um procrastinador nato. Eu enrolo pra tudo, deixo tudo pro final do prazo e ainda não sei como, mas finalizo (devo agradecer à minha mãe e todas as outras pessoas que me ajudam porque se eu dependesse só de mim mesmo, muita coisa ficaria jogada). Só que organizar melhor meu tempo não é algo que tenha dominado, eu melhorei, claro, mas ainda não dominei.

6 - Estudar mais.

Eu realmente fiz isso mais do que se formos comparar com todos os outros anos da minha existência no planeta. Eu comecei cursos, eu estudei história do país de realmente estudar, aprendi muito sobre política, e por aí vai. Essa, de todas, é a meta que eu mais me sinto orgulhoso, tirando a próxima e última.


7 - Descobrir quem eu sou (essa era a frase chave).

"Quem eu sou?"

Eu venho desvendando mais sobre mim de uma maneira assustadoramente verdadeira. Eu venho tentando ser mais exposto não só pra mim (o que já é muito difícil, porque eu sou alguém teimoso nos sentimentos), mas para os outros. E assim, até agora vem dando certo. Tudo bem que eu tive milhões de breakdowns no processo, chorei muito, me agredi e cheguei a me odiar (a famosa regressão), mas aprendi que isso faz parte (graças ao pessoal do blog) e fui lidando com isso da melhor maneira que eu conseguia: escrevendo e pensando muito através de estudo.

Eu agora sei do que gosto de vestir, sei que meu estilo vai de flanelas e botas estilo construtor até túnicas e vestidos, sei também que gosto de usar camisetas com estampas de paisagens, frases ou coisas das quais eu gosto de assistir e calças que não diminuam opticamente meu tamanho ainda mais e que existem milhares de modos de arrumar meu cabelo. Também sei que tá tudo bem assumir isso pra mim: eu não me identifico como homem a todo momento. Ou que tudo bem questionar a sexualidade e que quero uma grande história de amor, assim como eu estou com muitos preconceitos internalizados ainda e que estou ainda no processo de me desintoxicar da heterossexualidade compulsória. (Essa imagem atrelada à esse parágrafo é a melhor representação da minha pessoa durante os meus breakdowns sobre a sexualidade que eu não pude deixar de zoar: "EU SOU HÉTERO!(???)")

"ah, arrepio! Literalmente, arrepios."

Percebi que eu amo sair e que eu quero sim fazer uma faculdade presencial (apesar dos milhares de medos), assim como eu me sinto horrível quando não sei lidar com algo. E também descobri que eu tenho muita vergonha de falar normalmente sobre sexo (desde masturbação até BDSM e fetiches) e que eu venho aprendendo a lidar com isso e que quero fazer um book de fotografia de nude artístico.

"como você pode estar tão perto de ser arrastado pro inferno e estar com tanto tesão" é a reação dos meus amigos vendo meus status desde que comecei a falar abertamente de sexo

Descobri também qual o tipo de faculdade de Letras eu quero e meus medos em relação às amizades e ficar sozinho, além de ainda estar aprendendo a lidar com minhas raivas sem grandes gritarias (porque sério, vocês não têm noção do quanto eu gritei esse ano).

Essa é a exata reação do meu pai quando eu berrava nas nossas discussões (não que eu ainda não levante a voz, mas pelo menos não berro mais)

É, foram muitas coisas.


TAIANY

Não sei classificar o ano de 2018, porque apesar de ter sido um ano extremamente desgastante e frustrante coletivamente, foi um ano pessoal bastante realizador e eu tô bem louca com esse fato. Todo fim de ano eu escrevo uma carta para ser aberta no ano seguinte, dando um título para o ano que está acabando, agradecendo ele por n coisas, pedindo para que outras sejam levadas embora, dando um título para o próximo (aparentemente todos os meus títulos terão uma música como norte) e pedido para que ele traga um sem fim de outras possibilidades. 

Fica mais ou menos assim:

2018 o ano onde/cujo...
Obrigada 2018 por...
2018 vá embora e leve com você...
(música)
2019 o ano do/que...
2019 venha e traga com você...

O legal da carta é que, no geral, no fim do ano eu tô tão cansada que tendo só a reclamar e dizer que foi todo bosta, mas, ler essas coisas que ficaram guardadas e eu nem lembro mais faz perceber que não foi bem assim. E eu confesso também que burlo um pouco as coisas e coloco umas resoluções mais subjetivas que tem menos chances de me deixar frustrada caso não ocorram, fica tudo com cara de filme de superação que passa no Corujão da Globo.

Depois dessa introdução GIGANTE vamos lá vê se as coisas que escrevi aqui aconteceram:

1 - Fazer (eu queria fazer as coisas ao invés de dizer que faria).

Deu mais ou menos certo, e estou satisfeita. Tirando voltar a praticar mindfulness (rindo porque durou UM dia), eu fiz as coisas, ao menos as coisas que queria. Para o fim do ano tudo começou a desmoronar, mas entendo que é consequência de fim de ano mesmo. Também não fiquei "menos insegura diante as decisões que preciso tomar" só que não dá para esperar milagres de resoluções não é mesmo?


2 - Aceitar as rosquinhas (é aceitar as coisas que a vida e as pessoas te dão, aceitar as oportunidades, de forma grata e livre)

Fuén fuén fuén fuén

Não cheguei nem perto do que eu queria, fiquei retribuindo tudo, falando "não precisa" e gastando dinheiro e energia que não tinha porque eu simplesmente não conseguia aceitar as pessoas me dando coisas ou fazendo por mim. Mas esse é um exercício pra vida toda, eu já sabia, não desanimei, seguirei com ele no próximo ano ainda. E não foi tudo derrota, eu disse "SIM" para varias coisas (até demais) então vou contar como uns passos dados na direção que quero.

3 - Dar um rumo a minha área profissional

Não digo que vislumbro um futuro, mas tô trabalhando e na minha área, então AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA META ALCANÇADA. 


4 - Mudar por fora pra mudar por dentro

Ainda bem que eu só disse que ia tentar mesmo, porque o conseguir ficou LONNNNGE hahahahahahahahaha Esse negócio de sorrir pra vida é muito difícil, às vezes a gente só quer dar um soco nela mesmo.


No geral foi isso, um começo do ano morno, um meio do ano bem movimentado, coisa de filme (onde as coisas dão certo), um (quase) final de ano com choro em transpostes e colapso nervoso e um dezembro de "VIVA O NATAL, MELHOR EPÓCA DO ANO, VIVI MUITO EM 2018".



***

E você, como foi de expectativas pra 2018? Tendo cumprido suas metas ou não, o importante é que você VIVEU e está aqui pra mais uma virada de ano!!!!

FELIZ ANO NOVO!!!!!!


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