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Maratona Natalina: Pride, Prejudice & Mistletoe

16.12.18Ariel Carvalho

Dezembro chegou, e com ele uma nova coluna no CC!

Como estamos todes em ritmo de Natal, estamos vendo os famigerados filmes natalinos, então criamos essa coluna para dividir com vocês as nossas impressões dos melhores - e piores - filmes de Natal.
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Vamos falar de privilégios?

14.12.18João Paulo Albuquerque

Privilégio, uma palavra que não causava tanta comoção há vinte anos, hoje é capaz de destruir relacionamentos e qualquer diálogo.
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Infiltrado na Klan: atual, forte e importante

12.12.18Ariel Carvalho

Todo filme do Spike Lee é sempre muito venerado, e Infiltrado na Klan não foi diferente. Praticamente todos os sites de cinema estavam falando super bem do filme, e posso confirmar aqui que sim, é um filmaço.
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Carol Cardozo CCLivros CCResenhas

CCResenha: ''O Labirinto de Fogo'', de Rick Riordan

10.12.18Carol Cardozo




“O Labirinto pode ser bem desnorteante. Ele é como uma teia de veias logo abaixo da pele do mundo mortal, conectando porões, esgotos e túneis esquecidos pelo planeta, sem respeitar as regras do tempo e do espaço. Eu teria preferido evitar esse lugar, mas, para meu azar, a profecia que recebemos em Indiana era bem específica: Por labirintos obscuros e terras fatais arrasadas. Que maravilha! “

Com a ajuda de alguns amigos semideuses, Apolo conseguiu sobreviver às duas primeiras provações de sua temporada terrena. Agora, ele vai ter que enfrentar mais um componente do triunvirato do mal e deve descer até o Labirinto de Dédalo para impedir que o terceiro imperador destrua o próximo oráculo da lista."

No terceiro livro de As Provações de Apolo, Lester (Apolo em sua forma mortal), Meg e seus amigos partem para tentar resgatar mais um oráculo, Sibila Etriteia, os levando para a Califórnia, dessa vez.

Já terminamos o segundo livro com reencontros, pois Apolo e Meg foram viajar com Grover Underwood, o sátiro que conhecemos e amamos, mas agora na Califórnia, também encontramos Piper McLean e Jason Grace!

Assim como nos outros livros, as tretas eram planejadas e programadas por um imperador do Triunvirato. Sem spoiler porque prometi que não teria, mas eu fiquei meio assustada com esse imperador e é alguém que com certeza você já ouviu o nome, e se ouviu o nome, sabe que boa coisa não vem.

Já vi pessoas reclamando da quantidade de piadas ou das fórmulas já usadas em outros livros (e sagas) do Riordan, mas isso particularmente não me incomoda, talvez por nostalgia, talvez por ser uma fórmula que eu gosto e não me importo em ver de novo. Clichês e tropos estão aí pra ser usados, se eles te dão uma história legal, por que não ler? Nem tudo precisa ser um grande plot twist que muda a sua vida, às vezes ler só por ler é bacana também. Uma farofinha não mata ninguém, galera.

É interessante ver, conforme passa mais tempo como mortal, Apolo parece amadurecer mais e se importar mais com seus amigos. Como Lester Papadopoulos, ele parece (diria até que precisa) entender mais a finitude das coisas, e isso faz ele criar laços mais duradouros com seus amigos, não tratar os heróis como peças descartáveis, coisa que teria feito como deus imortal. Em momentos no livro, a personalidade de popstar meio diva do Apolo ainda aparece, mas ele está Lester cada vez mais.

Eu amei esse livro, eu passei vergonha rindo enquanto lia no ônibus, passei vergonha chorando enquanto lia no metrô, talvez tenha assustado meu namorado algumas vezes enquanto berrava lendo em casa (desculpe, mozão) e só conseguia pensar no final do livro o que eu sempre penso quando termino um livro do tio Rick: "Seu filho da puta, eu te amo demais.".


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Adora Catra catradora

A série She-Ra da perspectiva da Catra

6.12.18Dana Martins

ou também: eu analisando e admirando a forma como a Catra foi desenvolvimento em She-Ra: A Princesa do Poder (2018, da Netflix)

Quando eu comecei a assistir She-Ra, eu não gostei tanto assim do primeiro episódio. O que foi me segurando foi a falta do que fazer e os personagens em si que são bem legais. Talvez depois eu escreva meus pensamentos sobre o resto da série em si, mas hoje eu quero falar sobre o momento que roubou minha alma e uma das minhas coisas preferidas na série: a Catra. 

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