CCSéries colaborador Glee

5 séries que falam sobre transtornos psicológicos de maneira responsável

16.6.18Colaboradores CC

A gente já conversou aqui sobre "13 Reasons Why" e vimos que a série é bem tóxica e problemática e não recomendável nem para começarmos um debate sobre os assuntos que ela bisca abordar. Para não dizer que somos contra o debate, tem aqui cinco exemplos de séries de diferentes estilos para debatermos depressão, bullying, suicídio e transtornos em geral.

amizade bissexualidade CCAnálise

Felica x Limantha: afinal, foi ''justo'' o final de Lica em Malhação?

3.4.18Colaboradores CC

A recém-finalizada temporada de Malhação, intitulada “Viva A Diferença”, se destacou das demais e cativou o público não somente pelos vários temas importantes que foram abordados, mas pela maneira como isso foi feito e, sobretudo, pelas protagonistas: cinco garotas, vindas de realidades completamente diferentes, que se tornaram melhores amigas quando se viram presas em um vagão de metrô, com uma delas prestes a dar à luz. O nascimento do Tonico – o filho da Keyla – uniu as Five e, arrisco dizer, que mais que qualquer casal, a amizade entre elas é a relação mais importante da novela. Tudo começou e terminou com elas.

CCSéries Eduardo Ferreira Glee

Rise: Um novo Glee?

16.3.18Eduardo Ferreira

A primeira coisa que você tem que saber sobre essa série é que não é sobre um coral. A minha comparação ali no título pode dar as ideias erradas, então vamos lá: Rise conta a história do professor de literatura Lou Mazzuchelli (Josh Radnor), cansado e frustrado com sua carreira acadêmica ele decide que precisa mudar e a sua saída é tomar a direção do teatro da escola.


amigos amizade CCdiscussão

Destiel e 'qual o problema deles serem só amigos?'

21.10.17Jota Albuquerque

Primeiro, não, não tem nenhum problemas de eles serem só amigos, e é justamente disso que eu quero tratar aqui, mas não vou falar só de Destiel (apesar de ser o centro do post de hoje). E não, eu não canso de Destiel, fazer o que se aqui é o único lugar que dá pra falar e que eu me sinto bem (e a vontade), além do meu tumblr e twitter.

Camren colaborador faberry

Dentro de grupos minoritários também há muita disseminação de preconceito

17.10.17Colaboradores CC

Já escrevi sobre Faberry (Quinn Fabray e Rachel Berry) inúmeras vezes, seja no Facebook – isto é, em discussões em grupos e páginas de Glee, pois eu diria que embora muito amado, é também um ship muito odiado – ou em conversas com meus amigos (ou desconhecidos, :v) no WhatsApp, nas quais eu expliquei o que eu vejo entre as duas. E no caso dos amigos, que transformei em Gleeks, também é meio que um processo obrigatório ouvir minhas teorias inacabáveis sobre esse “não-casal” maravilhoso. Contudo, algo que acompanha a fandom Faberry é Achele, que é o ship das atrizes, Dianna Agron e Lea Michele, popularmente conhecidas como “amores da minha vida”.

13 Reasons Why Destiel faberry

Queerbating e a representatividade ruim = minha raiva.

23.5.17Jota Albuquerque




Se passou um pouco mais de um mês desde que meu primeiro texto foi publicado aqui, então decidi voltar com o mesmo tema, Queerbating. E se não sabe de qual texto estou falando, é o sobre Destiel.


50 tons de Cinza Esquadrão Suicida finchel

Relações abusivas e tóxicas na Cultura Pop.

16.5.17Jota Albuquerque

Não faz muito tempo em que eu estava conversando pelo WhatsApp com duas amigas minhas, e nós três estávamos falando de nossos Top 5 Pessoais de Relações Abusivas em Séries e sem perceber entramos no assunto de filmes e livros e estávamos falando de pessoas que conhecemos que já estiveram em uma relação abusiva, seja "amigável", "amorosa" ou "amigável" e "amorosa".

CCAnálise CCSéries colaborador

Faberry e a importância de Glee na minha vida

15.5.17Colaboradores CC


Minha história com Glee é um tanto curiosa. Cresci ouvindo hard rock e algumas outras variantes do gênero, pois era o que o meu pai sempre gostou. Como uma boa criança metida a roqueira que cresceu em um lar conservador, não foi surpresa que eu, mesmo sem entender nada com coisa nenhuma, reproduzisse homofobia ao criticar artistas pop, ou as “bandinhas coloridas”, apesar de nunca tê-los ouvido, me baseando apenas em... Sei lá o quê, já que em contrapartida eu era fã de Big Time Rush, Victorious e as novelas mexicanas teen da Nickelodeon, como Isa TKM e Grachi.

Mesmo assim, eu odiava pop e “essas coisas de viado”. Ironicamente, era eu a prima que só brincava com os meninos, gostava de “brinquedos de homem” e tinha as tias chatas no pé quase que todos os finais de semana (quando eu as via). Bem, o ponto é: eu odiava Glee. Por alguma razão desconhecida, eu desprezava o seriado sem nunca ter assistido, apenas por ser “de menininha e viadinho” – alguém avisa a “eu do passado” que ela é uma menina e que isso aí é o maior close errado, por favor?

Ariel Carvalho CCAnálise CCfanfiction

Especial Fanfic: por que eu amo tanto assim?

20.3.17Ariel Carvalho

Minha história com as fanfics começou quando eu tinha 12 anos e era a) leitora compulsiva, e b) fã de Jonas Brothers a níveis absurdos.

Ariel Carvalho CCAnálise Glee

6 anos de Klaine e por que isso importa

15.3.17Ariel Carvalho

"Kurt, there is a moment when you say to yourself: 'oh, there you are, I've been looking for you forever'".

Parecem frases soltas e bobas, mas quem viveu Glee em 2011 sabe muito bem o que elas significam: são o começo de um dos momentos mais importantes da série e da televisão aberta dos EUA na época.

CCConversa CCdiário CCdiscussão

Klaine e o que Glee reproduz da cultura do estupro

10.3.17Colaboradores CC

Não faz muito tempo que Glee fez seus dois anos de encerramento, e todos os Gleeks ficaram um pouco na nostalgia pesada por causa disso, tenho duas amigas que até estão revendo a série, acho que pela quinta vez... Agora, com isso, veio uma discussão muito importante. 



CCSociedade colaborador Commander Lexa

Obrigada a todos os fãs LGBT+

3.5.16Colaboradores CC

Hoje faz 2 meses desde o episódio 3x07, onde escritores mataram a personagem Commander Lexa e mostraram que a indústria de entretenimento está longe de entender o poder da representatividade. Pra celebrar esse dia, um relato do que é crescendo sendo jovem LGBT+ e se encontrar na televisão.



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