O que eu sempre percebo na internet é uma busca por conhecimento, especialmente dentro da comunidade LGBTQ+ que nem sempre sabe o significado da maior parte das siglas e foi daí que surgiu a ideia para esse texto. Fazer uma lista com siglas e explicando o que significa. Então partiu!
bissexuais
CCConversa
CCMúsica
A treta entre Hayley Kiyoko e Rita Ora pela música ''Girls'' abre espaço para divulgar artistas LGBTQ+
19.5.18Jota AlbuquerqueSe você não está acompanhando o Twitter ou sites de entretenimento, então eu tenho certeza que você está por fora dessa notícia. Na semana passada, Hayley (não muito após o lançamento da música "Girls" da Rita Ora com várias outras artistas, como Charli XCX, Bebe Rexha e Cardi B), foi ao Twitter e Instagram falar o quão "é importante que artistas usem suas plataformas para progresso, não para andar para trás". E não acaba por aí. Se você não acessou o texto ainda, entre aí para entender essa história.
Dia 28 chegou e devemos lembrar que hoje é um dia muito especial, é o Dia do Orgulho LGBTQ+!!! ~Inspira fundo e se acalma para não pegar um canhão de purpurina colorida e levar para todos os lugares e ficar enchendo o mundo de cor (amém).
E assim, com esse dia, lembramos do porquê temos nossos orgulhos e quais eles são. Falando com o pessoal, surgiu esse lindo texto de orgulho, cujo tanto nós, como quem é de fora, participou. Esperamos que gostem, expressem seu orgulho e que esses relatos ajudem vocês. <3
Ontem tava muito mal. Sabe quando você se sente quando alguém que você conhece morre? Era assim que tava me sentindo. Eu também não tinha percebido que ia ficar tão abalada se ele ganhasse, porque em primeiro lugar essa opção parecia muito irreal pra mim. Na minha cabeça não fazia sentindo que em pleno 2016 A MAIOR POTÊNCIA MUNDIAL fosse ser tão ignorante ao progresso como foi.
Uma coisa que vocês precisam saber antes de eu começar a escrever sobre o assunto é que minha mãe vive tentando me arranjar com garotos. E eu falo sério quando digo isso. Ela leva o negócio como um esporte mesmo, tipo uma meta de vida. O que acontece é que eu não gosto de garotos. Eu sou uma garota e gosto de outras garotas, ponto. Partindo disso, vamos desenrolar a história.
Quando fui pedida para escrever este texto, confesso que fiquei meio perdida sobre o que escreveria. Um filme da minha vida passou pela minha cabeça. E é um tema que já externei para diversas amigas anteriormente. Mas, ainda assim, colocar em palavras me parecia uma tarefa complexa. Ainda o parece, a bem da verdade. Porque falar sobre heterossexualidade compulsória implica em relatar minha experiência pessoal. Implica em escrever uma realização que tive sobre eu mesma durante os últimos anos. Por onde eu começo? Como eu começo a falar disso? Ora, pois, vamos então começar pelo início.
Essa semana a Carol (santa Carol) está fazendo o CC participar da Semana da Visibilidade Lésbicas, chamando as meninas pra escreverem sobre suas próprias experiências e pra gente no geral aprender e celebrar garotas que amam garotas. E eu... eu queria compartilhar algumas coisas legais com você, que muita gente usando mobile não vê.
Eu acordo. Tento acordar a minha mulher devagar, mas ela tem um sono de pedra. Às vezes eu fiquei muito tempo acordada na noite anterior, então ela acorda antes. Uma de nós duas se levanta pra fazer café da manhã e vamos para a academia. Ou dormimos até tarde e babulciamos algo sobre ir na academia à noite ou no dia seguinte. Vamos na academia juntas, revezamos as compras no mercado, às vezes vamos juntas fazê-las. Recebo mensagens pedindo pra levar coisas como sal ou macarrão quando voltar pra casa. Tem dias que a gente vai comer fora, tem dias que cozinhamos em casa. Quem cozinha fica com preguiça de lavar a louça (super justo). Temos que colocar comida pros gatos, limpar a caixa de areia, lavar as roupas, estender as roupas, pagar as contas, garantir que a geladeira tem comida pra semana.
BORING ALERT.
Mas é tudo muito lindo também <3
Eu tentando desvendar as lógicas malucas que fazem tantos escritores torturarem personagens LGBT+
Não sei por que, mas existe essa ideia de que história de pessoa LGBT+ tem que ser tragédia ou sofrimento. Ou sobre a pessoa ser LGBT+, coming out, essas coisas, que normalmente envolve os sofrimento de não aceitação. E essa é normalmente a história onde a pessoa LGBT+ tem protagonismo.
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CCAnálise
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Em Família: como o casal Clara e Marina são um avanço na teledramaturgia brasileira
17.7.14UnknownSe em séries e filmes estrangeiros podemos encontrar até cenas de sexo entre casais homossexuais, aqui no Brasil a situação é bem mais lenta. Sim, o preconceito ainda existe e os personagens não heterossexuais ainda não são bem aceitos pelo grande público, porém, devagar, estamos caminhando - e todo passo dado é uma conquista.
Amanhã, 18 de julho, a atual novela das nove da Globo, “Em Família”, chega ao fim. Escrita por Manoel Carlos, famoso pelas suas histórias ambientadas no Leblon, a novela recebeu várias críticas ao longo de sua exibição e foi até encurtada. No entanto, uma coisa deu certo ali: o casal formado por Clara e Marina, ou simplesmente Clarina, foi mais um avanço na representatividade LGBT+ na ficção do nosso país.
Terça-feira E É DIA DE- Não, pera. A primeira temporada acabou, mas o vício não. Hoje já assisti G.B.F. - filme roteirizado pelo George Northy, que faz parte da equipe de escritores de Faking It, e protagonizado pelo Michael Willett O NOSSO SHANE!!! E agora...
Quando eu fiz a análise da finale de Faking It, eu também falei sobre a última cena, mas achei que ela merecia um post separado. Ela não é só uma cena que conclui de forma exemplar a primeira temporada da série, ela também levanta muitos questionamentos. Dos fãs que se irritaram, o maior problema é sobre o que essa cena significa para a representatividade LGBT+ da série e da televisão no geral. Faking It estava fingindo esse tempo todo?
Quando eu fiz a análise da finale de Faking It, eu também falei sobre a última cena, mas achei que ela merecia um post separado. Ela não é só uma cena que conclui de forma exemplar a primeira temporada da série, ela também levanta muitos questionamentos. Dos fãs que se irritaram, o maior problema é sobre o que essa cena significa para a representatividade LGBT+ da série e da televisão no geral. Faking It estava fingindo esse tempo todo?
CCAnálise
CCSéries
CCSexta
Questionando: Glee é um bom exemplo de representatividade LGBT+?
30.5.14UnknownPara a última sexta de maio preparamos o primeiro de uma série de posts que analisam como os seriados atuais representam personagens não heterossexuais e/ou cisgênero. Em breve vamos falar sobre “Looking” e “Faking It”, mas começamos com uma que já foi a queridinha de muita gente: Glee.
No ar desde 2009, Glee é uma série que não precisa mais de grandes apresentações. Com sua sexta e última temporada marcada para 2015, a comédia musical tem passado por vários problemas e encarou uma audiência extremamente baixa ao longo da sua temporada mais recente. Apesar dos pesares, não podemos negar que a série teve sua importância, inclusive na representatividade LGBT+. Mas nem tudo foi perfeito e muitas vezes Glee errou, não passando da intenção de representar personagens de uma boa forma.























