A Forma da Água Cable Girls

Coisas que Amamos em Janeiro

8.2.18Conversa Cult


Estamos em ritmo de férias, mas o Coisas que Amamos não pára! Viemos indicar o que a gente mais gostou nesse primeiro mês de 2018. Vem conferir!

COISAS QUE LEMOS


Bells: Comecei o ano indo muito bem - foram 4 lidos. Finalmente terminei Origem que apesar do início e meio difíceis, o final me deixou bem empolgada (apesar de não tanto quanto os outros). Então o que me ARREBATOU foi Espada de Vidro. GENTE DO CÉU, QUANTA TRETA. QUANTO BAFO. Ainda tô tentando me recuperar o suficiente pra ler o próximo. 

Jota: O único livro que eu comecei a ler foi o de A Sutil Arte de Ligar o Foda-se,  que vem sendo uma puta lição de vida e reorganização da minha cabeça. Li poucas histórias originais, já indicadas, salvei o arquivo de Os 27 Crushes de Molly e que Cristo me abençoe para ler esse mês de fevereiro mais do que li em janeiro.

Taiany: Janeiro foi só sucesso nas leituras e escolher um para colocar aqui foi doloroso, mas eu consegui. Me sinto uma vitoriosa por isso. E o escolhido foi: Os 27 crushes de Molly, da Becky Albertalli. Talvez nem todos gostem da Molly, ela é uma adolescente de 17 anos insegura e gorda, mas também é uma menina criativa, inteligente e cativante. Então, para aqueles que não gostaram dela, eu só lamento, porque ela é alguém que nos faz torcer e vibrar com as vitórias. Com apenas dois livros, a Becky Albertalli já me mostrou que é uma autora para ser lida, e quanto representatividade essa mulher coloca na sua escrita, na vida dos seus personagens. Tô muito apaixonada e querendo mais.


COISAS QUE OUVIMOS

Carol: Eu tinha uma playlist chamada “For Long Walks”, que eu usava quando eu ia andar pela rua. Mas tinha de tudo, coisas dançantes, com mais guitarra, mais calminhas. Aí às vezes eu estava na vibe de algo mais calmo e surgia uma música barulhenta. Não dava. Então, dividi essa playlist em três: For Dancing Walks, For Shaking Walks (as músicas mais rockzinho e pá) e For Light Walks. Basicamente meu mês de janeiro foi dividido entre elas, e as divisões sobre “dancing”, “shaking” e “light” são totalmente minhas escolhas, tem coisa dançante em uma, coisa calma em outra, e foda-se HAHAHAHAHAHAHHAHA

Jota: eu sou uma confusão em música, então vou dizer que escutei as músicas de dois artistas: Pabllo Vittar e a banda Sheepard, porém foquei em Pabllo, que lançou um bando de hino maravilhoso.

Taiany: Esse mês eu meio que voltei as raízes e abracei minha dupla Chico e Caetano. Que delícia que é cantar a planos pulmões “Ah! Neguinha, deixa eu gostar de você” ou ainda me derreter ao som da minha música Leãozinho. Sofrer com a história da Geni, mas deixar claro que “Quando chegar o momento. Esse meu sofrimento. Vou cobrar com juros, juro” Eu sou muito essas músicas que aperta o coração, embarga a voz e da vontade de gritar.

Vou colocar a playlist que montei e se fosse disco já tava arranhada de tanto que foi ouvida.

Valentino: vocês ouviram o último cd do John Legend? Tá muito bom, me lembra uma sonoridade no estilo de Alabama Shakes o que, convenhamos, também é sensacional. Fora isso descobri que The Veronicas lançou um cd em 2014 e eu estou muito mal, pois eu gosto muito e eu estava esperando o CD até hoje. Só que o CD já saiu. E tem QUATRO anos da data de lançamento, me sinto traído. (E o CD tá bom, viu?) Fora esses, tenho escutado o álbum da Camila Cabello e a trilha sonora de Cable Girls (melhor série do mundo e da netflix). 


COISAS QUE ASSISTIMOS

Bells: Só consigo assistir coisas quando tô na casa de alguém, e em janeiro tava lá na casa da Taiany e PÁ, vimos Mother! (ou Mãe!, ou MAINHA). Apesar de não ter entendido nada do que aconteceu e ter precisado pesquisar e trocar mil áudios pra enfim sacar alguma coisa, aí deu pra curtir totalmente HAHAHAHAH. Inclusive indignada por não ter ganhado nenhuma indicação ao Oscar.

NÃO SENTA NA PIA

Carol: A tão amada temporada de indicados ao Oscar começou (aguardem que vamos ter Intensivão que nem no ano passado!) e já assisti alguns filmes. Fui impactada por Lady Bird . Levei um soco na cara no quesito identificação, pelo menos pra mim, e É DIRIGIDO E ESCRITO PELA MINHA MUSA GRETA GERWIG <333).

"Eu quero que você consiga ser a melhor versão de você mesma"

"E se essa já for a melhor versão?"

A Forma da Água, do Guillermo Del Toro, também foi um dos meus preferidos até agora. Esse filme, me senti tocada, abraçada, senti que o Del Toro veio na minha casa e me cobriu com um cobertor quentinho e disse que tudo ia ficar bem. A trilha sonora, a fotografia, E SALLY HAWKINS, MEU DEUS, QUE MULHER. Fico em dúvida porque a Greta e o Del Toro estão concorrendo pra Melhor Direção, e eu queria muito que ela ganhasse, mas Del Toro está como favorito e faz todo o sentido do mundo pra mim.

Jota: Janeiro foi o mês dos meses. Vi (das séries que não estão finalizadas e continuam) Supernatural, Dinasty, Supergirl (que to enjoado e querendo explodir, um dia quem sabe eu falo do porquê da minha raiva) e Flash (que hino). Das séries que já foram oficialmente terminadas, terminei Gilmore Girls (puta hinão iconico que me fez chorar como nunca chorei na vida), comecei e finalizei FRIENDS (amei e se prepara que vem TEXTÃO). Certeza que tem mais, mas nem lembro.

Taiany: Como eu arrumei tempo para ver tudo o que vi? Não sei. Mas eu tô fazendo um intensivão Oscar que tá muiiiiito maravilhoso, assisti One Day At A Time (ESSE HINO DE SÉRIE QUERO FAZER UM ALTAR), assisti The Sinner depois de um amigo ter praticamente implorado (e não é que esse treco é bom mesmo?). Finalmente vi O Artista ( ia sair do catálogo da Netflix dia 31, corri pra ver) e QUE ATUAÇÕES, incluindo a do cachorrinho que super merecia um Oscar. 

Os estudos podem estar atrasados, as contas sem pagar, a vida de cabeça pra baixo, mas pelo menos esse mês enquanto coisas assistidas, estou dando orgulho pra mamãe.

Valentino: Netflix tem sido excelente, preciso comentar que nos últimos meses vi uma série alemã, uma espanhola, uma brasileira e uma americana. Sabe o quão sensacional isso é? É incrível ver estilos diferentes e com qualidade. Eu não aguentava mais essas americanas, sempre a mesma formula. Diante disse vem o que vi, Cable Girls, olha eu não sei dizer, mas essa série tomou conta de mim e se pudesse botava todo pra ver. Eu fico muito animado vendo de empolgação; grito, torço, choro, fico feliz e tenho crises de fofuras. Amei demais e é isso aí. Vá ver.


COISAS QUE FIZEMOS

Bells: Passei o mês inteiro basicamente tentando fugir de praia, jogando the sims, mas as novidades foram no aniversário da Carol. Foi festa à fantasia e em geral isso me desanima, porque sou péssima nisso. Mas como teve toda a questão que ela vai contar aqui embaixo, acabei desencanando, usei a capa de uma fantasia de Chapeuzinho Vermelho e dane-se. Resultado: ficou bem parecido HAHAHAH. Além disso entramos na piscina no meio da noite depois de um temporal e: 1- fazia anos que eu não entrava em uma, 2 - nunca entrei de noite. Apesar de eu não querer molhar o cabelo pensando já na hora de dormir, do nada começou uma espécie de campeonato de mergulhos e bem, TIVE QUE PARTICIPAR. No fim das contas me divertir horrores e meu cabelo chegou a secar até enfim dormir.

Carol: Fiz aniversário HAHAHAHAHAHHAHAHAHA. Rolou uma minicrise existencial porque eu estou igualmente próxima dos 20 e dos 30 anos (fiz 25, tô no meio do caminho). Mais um ano Caroline se decepcionando, criando eventos e quase ninguém apareceu, mas me diverti horrores mesmo assim. Eu fiz uma festa à fantasia com tema Cinema e fui de Danny Zuko, do Grease. A gente ficou ouvindo playlist que ia de The Killers a Bonde do Tigrão, tomamos banho de piscina, jogamos um jogo chamado A Cidade Dorme, E TEVE BOLO. Enfim, foi legal demais e aprendi que no fim das contas esse negócio de festa grande não serve pra mim, chamo os amigos mais próximos que sempre aparece e a gente se diverte fazendo um troço qualquer

Taiany: Trem é um transporte público que não pego. No meu bairro não tem estações e eu quase nunca vou para lugares cujo modo de chegar seja por esse meio, então pegar trem para mim sempre é uma aventura e um momento de encantamento. SE VENDE DE TUDO NO TREM, fico tão chocada e admirada com isso, tanto que redescobri uma bala que amava comer na infância, mas que há anos não comia, e eis que vende no trem. As raras vezes que preciso pega-lo já pego minha moedinha de 1 real e espero a felicidade. Além disso, só pego trem para ir na casa de uma amiga especifica com outras amigos no bonde, é tão legal. Tenho certeza que muitas pessoas tem motivos para reclamarem do trem, mas eu só tem para agradecer. Andem de trem com os amigos gente.

Jota: Envolvendo sair de casa, nada. Eu praticamente vivi dentro da minha casinha bem feliz e só fui sair no fim de Janeiro pra ir para o meu avô. Porém, foi um mês de fartura. Comprei vários materiais artísticos (e minha mãe achou vários dela e me deu), terminei meu curso de desenho da Faber Castell, comprei um curso de Photoshop e InDesign que vou começar, comecei a revisar meus livros do curso de inglês, planejei e idealizei um bando de histórias, meus tios me emprestaram o notebook deles pelo tempo que me for necessário até que eu compre o meu (trouxeram pra mim em Fevereiro), comecei a ajeitar minha cabeça graças ao livro citado lá em cima e trabalhar o conceito de foda-se pra basicamente tudo que é desnecessário e que eu posso evitar, comprei minha mesa digitalizadora e estou aprendendo a desenhar com ela, tirei meu violão do armário e decidi que vou começar a aprender (primeiro tenho que juntar uma grana pra comprar as cordas que estão meio gastas e uma estourou), comecei a aprender Holandês (e creio que vou investir no alemão e francês, mas isso é papo pro próximo), minha tia veio com a minha prima e o marido dela e eu me assumi para eles e foi uma tarde bem gostosa apesar do meu medo de não ser (e o marido da minha prima me ensinou várias coisas), minha mãe achou um curso gratuito de astrologia e agora em fevereiro começou, fiz uns desenhos realmente bacanas e que me ajudaram a relaxar ou distrair a mente quando precisei e por fim, uma amiga sabe mandarim e eu consegui os arquivos com ela e vou aprender mandarim.

Valentino: ainda não posso falar porque não sei se é definitivo e, se for, escreverei pra cá sobre. Todavia, planejei minha vida? Fiz um power point com objetivos e metas. Basicamente é isso. Comecei a trabalhar e estou buscando ideias pra vender geladinho no carnaval e doces em feiras. Minha vida se resumiu em arranjar dinheiro pra fazer um sonho acontecer. 

***

E aí, como foi janeiro pra vocês? Também tem algo pra indicar pra gente? Fala aí nos comentários!

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3 comentários

  1. Eu sempre gostei muito dos posts do CC, principalmente o "coisas que amamos". Sempre concordo com uma e outras coisas ditas, e me assemelho bastante, principalmente com a Bells haha. Eu ainda quero ler Espada de Vidro e A Rainha Vermelha quando tiver mais tempo (ou vergonha na cara e deixa ficar enrolando '- kk). Eu gostei muito do que Valentino fez/está para fazer, eu amo planejar e fazer planejamentos, entretando não é sempre que coloco as coisas que estão no Word em prática, mas só de montá-lo já eleva a ansiedade lá em cima e me deixa toda feliz e sonhadora kk ~ganhar dinheiro é algo que normalmente está em foco pq é preciso para fazer o resto.

    Bem, todos os meses que saí o "coisas que amamos" fico na vontade de fazer um também, e esse ano eu e mais uma pessoinha aí resolvemos fazer também. Gostaria de compartilhar o nosso "Coisas que fizemos em Janeiro" aqui no comentários do CC.:
    Obs.: Me - Stranger | Pessoinha = Nay/Yan/Alex/Whatever
    Obs.2: Precisei dividir em posts, sorry~

    Coisas que assistimos

    Stranger: Eu comecei o ano vendo dramas ~Always, vi muitos maravilhosos em dezembro e estava acompanhando um típico drama sweet – I’m not a Robot – quando fui começar Just Between Lovers – melodrama. E… Omo! Sabe aquele drama que tem personagens que mal aparecem e já amamos? Bem isso, recheado de Ahjummas e uma diversidade enorme, gira entorno de 3 personagens mas você simplesmente vive e assisti por todos. Aquela pegada de Angry Mom me fez viajar naqueles tempos passados de novembro de 2015, épocas as quais eu não podia estar mais indignada com a incompetência daqueles que constroem uma muralha sem base. Os gritos, olhares calados… à algo impossível de mudar. Como se houvessem escolhido por eles. O drama passava uma sensação parecida. Acho que é o que mais vale a pena comentar.

    Nay/Yan/Alex/Whatever: Eu fechei o mês de Dezembro praticamente completo apenas sobre filmes que assisti, então eu não assisti praticamente nada em Janeiro porque me foquei em outras coisas. Acho que a única série que assisti foi Anne with E, da Netflix. Foi uma série linda, não apenas com o cenário. Abordaram a construção de uma família não tradicional, irmãos que decidem adotar um garoto para ajudar nos afazeres da fazenda, mas por algum engano foi lhes enviado uma garota sonhadora e inteligente, ela acaba cativando os irmãos e eles decidem ficar com ela. Não quero dar spoilers, mas saiba que a história vai muito além disso.

    Coisas que ouvimos

    Stranger: Acho que minha vibe musical de Janeiro começou com Savina & Drones, quando escutei a OST de Just Between Lovers e todas as músicas que conheci ano passado do grupo invadiram-me e não quiseram mais desgrudar-se de mim.
    Intensidade sonora é uma marca excepcional, única da temerária voz presente em Savina & Drones.
    Porém, eu não queria me afundar com as músicas de S&D, mesmo porque ainda não havia terminado o drama e seria um gasto de energia que gostaria de guardar para outro momento, então eu resolvi baixar One Heart (de MYK) para meu celular que era outra canção que também estava saturando-me na época, quase me forcei a reviver a minha passada vibe de MYK que tive ano passado, mas mais, somente, One Heart era o que realmente preenchia o momento.
    Foi lá pro finalzinho do mês, quando Just Go (do iKon) resolveu roubar toda a cena, se tornando um dos meus mais amado vício de Janeiro.

    Nay/Yan/Alex/Whatever: O mês começou com o comeback da Sunmi, e ela é maravilhosa, fiquei viciada na música nova dela por vários dias até o comeback do iKon, porque agora eu não consigo parar de ouvir Just Go, Don't forget, love scenario e Hug me, que foram as músicas que mais gostei do álbum. Eu amei o álbum de debut do iKon, adoro quase todas as músicas deles, mas do comeback de 2017 foi tão decepcionante que acabei apagando quase todas as músicas, deixando apenas B-Day. Então o álbum desse ano veio na vibe "Winner de 2016", que eu amo.

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  2. Coisas que lemos

    Stranger: Oh, Ghost!
    Eu sou aquele cidadão que, com raridade, pega uma narrativa para ler e ainda assim mesmo, vai se arrastando para terminar o ‘bagulho’ mesmo quando é maravilhoso. Dito, posso dizer que Janeiro foi um desses meses que, ao embarcar nessa aventura, peguei uma indicação de uma fanfic (muito querida por minha irmã) e comecei a ler. Tal qual Coleção.
    Eu gostei bastante, na verdade ainda estou lendo, mas é uma narrativa muito bem escrita de um gênero que, posso dizer, pouco conhecer ainda, mas que me conquistou bastante.

    Nay/Yan/Alex/Whatever: Nossa, eu li tanta coisa, porque eu comprei um Kindle PaperWhite, e esse foi o motivo de não ter assistido quase nada. Eu fiquei obcecada em todo tipo de leitura depois disso. Segue abaixo os livros e fanfics que li:
    -Quando os Anjos Merecem Morrer - Nicole Abrahão
    É uma linda história, que para pessoas como eu, faz chorar do começo ao fim. É um drama, onde há personagens que se amam, aprendem o significado da amizade, aprendem a lidar com a perda (mesmo de forma traumatizante), te ensina mais sobre o vírus HIV e te mostra de perto a dificuldade que pessoas com AIDS passam até fim de suas vidas.
    -Clarice Luz e Sombras - Diana Rocco
    Eu achei que a escritora me conhecia e fez a personagem inspirada em mim, me senti tímida. Assim como eu, ela possuía gênero fluído, tinha as minhas roupas e até a mesma cor do meu cabelo. Fora o fato de como ela se entregou para a protagonista. Eu amei tudo.
    -Amigas - Diana Rocco
    É uma história que parecia muito real na minha vida, eu quis compartilha-la com a minha mãe, mostrar para ela um exemplo de como ela pode ser dona de casa com mais de 40 anos, com filhos e mesmo assim ser feliz, sair de um relacionamento abusivo, estudar e se conhecer melhor sem medo de ser julgada. E acho que se a minha mãe não fosse preconceituosa, ela ia gostar do romance da história.
    -A Viagem - Diana Rocco
    Eu acabei relendo essa história no começo de fevereiro, eu não costumo reler algo que terminei tão recentemente, mas eu queria muito não me esquecer dos detalhes. Eu já sonhei estar em um mundo como o que a protagonista foi parar, um universo paralelo onde todos os seres são unissex. Sempre que me sinto triste depois de sentir a transição de um gênero para o outro eu tento me lembrar desse sonho, porque eu me senti realmente muito feliz nele e não queria ter acordado.
    -Sobre como tentar amar uma nerd assumida sem ser virtualmente
    Foi uma completa decepção, eu me forcei a ler até o final por curiosidade de como ia acabar. A história tava toda errada, a personagem se assumiu "assexuada" (sim, ela usou essa palavra ao se assumir), mas ela era alo, e isso ficou claro depois, mas não é como se só a personagem não soubesse do que estava falando, tava óbvio era que a própria escritora não sabia sobre o que estava escrevendo e não pesquisou nenhum pouco antes de começar aquilo. Eu terminei a história querendo ir lá no site comentar/criticar sobre, mas por causa de um erro no site da Amazon, não consegui até hoje.
    -Nos jornais - Nicole Abrahão
    É uma fanfic Oneshot maravilhosa, que não tem romance e fala sobre a procura desesperada por uma amizade. E claro que também me identifiquei.

    Coisas que escrevemos

    Stranger: Ah… Aigo. Eu normalmente escrevo cartas, comecei janeiro com uma, porém antes que chegasse o fim da primeira metade do mês, eu já havia finalizado (ou melhor, fugia-me dela). Então não me lembro de ter escrito mais nada além de comentários curtos largados por aí. Sinto-me triste por isso, espero haver mais escritas minhas nesse mês.

    Nay/Yan/Alex/Whatever: Em janeiro eu acabei escrevendo apenas desabafos sobre meu cotidiano, coisas que eu sentia em relação as pessoas que considero importantes em minha vida.

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  3. Coisas que falamos

    Stranger: Aaahh, teve sim um assunto – não finalizado que falamos, não?
    Acho que foi quando lia Coleção e apareceu uma cena que me retornou a uma assunto que já me incomodava a um tempo: Mulheres gostam de Mulheres somente quando há um relacionamento amoroso – Aishhh...
    Por quê?
    Às vezes é tão legal ver o tema explorado aí vão e colocam um relacionamento amoroso AAAAA >< ! Sem comentários.

    Nay/Yan/Alex/Whatever: Falei o mês inteiro sobre fanfics e sobre meu Kindle que acabei ouvindo que era obcecada, mas não foi de uma forma ruim que me disseram isso, então eu aderi a palavra.

    Coisas que aprendemos/reaprendemos

    Stranger: Words shaushau ! Sempre! *--*
    No meu curso a palavra momentânea foi: Resiliência, em tudo. O mundo precisa e agradece.
    Fora essa, teve outras mil que não citarei para não estender o comentário.

    Nay/Yan/Alex/Whatever: Aprendi da pior forma como não tentar ajudar alguém que não quer a minha ajuda.

    Coisas que fizemos

    Stranger: Acho que foi segunda passada,
    Quando eu toda animada
    Descia aquelas escadas ao ar daquele céu limpo e brando, como se ainda fosse dia.
    O sentimento nostálgico bagunçando-me todos aqueles meus passados dias,
    Retornando-me lentamente, sem que notasse o surgimento de algo a mais.
    De certa forma, eu sorria.
    Era estranho, embora familiarizada, como se ansiasse por a tal falta,
    Era visível no semblante à face o ânimo com que saltava nas falas sem pausa
    Ainda que silenciosa.
    Minha alegria clandestina
    Segredo o qual
    Nunca imaginei
    Que sentiria tanta certeza em tais escolhas em tal exata hora.
    Pressentia.

    Eu escrevi isso em “Coisas que fizemos” porque foi basicamente isso que fiz. Volta às aulas, trabalho e também a algumas coisas que não fazia há um tempo. O sentimento que descrevi neste caso, se refere principalmente a minha escolha de viver essa vida corria e tudo que pensei ao final do primeiro dia, quando já voltava do trabalho ao começo da noite, foi justamente a hora que veio a certeza de minha decisão, que tanto antes me amedontrava com dúvidas e incertezas.

    Bem... é só isso mesmo. Obrigado por essas postagens incríveis que tanto aprendi, vi e amei no CC, vocês são todos pessoas lindas e maravilhosas, e desculpe por comentar tão tarde. Espero estar presente mais vezes.
    Embora não nos conheça, amamos vocês!~
    Até a próxima~ o/

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