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A 2ª temporada de Faking It foi maravilhosa, incrível e tudo que tinha pra ser

27.11.14Dana Martins


E eu não estou em negação. 

Falando sério, eu decidi usar esse título porque eu percebi que muita gente já conclui o que eu achei pelo início, e por causa do episódio do Brasil a série ficou com uma má fama desnecessária. É até curioso que seja uma série sobre se descobrir e descobrir o que está por baixo dos rótulos, lidar com mentiras, máscaras e a verdade, enquanto todo mundo escuta uma palavra e já assume o resto. CANSEI DISSO. CANSEI. Tá, parei. HAUAUH Mas então, dito isso, quero terminar essa introdução dizendo que não basta um parágrafo para resumir o que aconteceu aqui. Por isso eu estou fazendo essa análise para discutir a 2ª temporada. Boa leitura.

Versão resumida: Faking It é importante, vá assistir. Boa noite. 

Eu pensei em colocar uma frase rápida respondendo "Vale a pena assistir Faking It?" e me surpreendi ao descobrir que eu não tenho uma resposta para isso. Eu não sei mais. Essa mesma pergunta no final da primeira temporada? Nem passou pela minha cabeça, não era uma dúvida: é lógico que vale a pena! É uma série que acrescenta tanta coisa legal em termos de conteúdo. Agora depois da segunda temporada... 


Carmilla nunca me representou tanto. 

Vamos devagar, deixa eu pegar o comentário que eu fiz lááá no início.

(fui procurar o trecho da conversa, e tá dando uma tristeza de ver a animação que era assistir)

"Em apenas 20 minutos: uma personagem intersexo bem representada, um beijo gay fofinho de um personagem gay ainda falando que queria fazer sexo, representação da incoerência de pais, definição da sexualidade da Amy, descontrução de sexismo, Amy falando abertamente que quer namorar a Karma, vibradores."

Apesar de eu não ter gostado de como eles lidaram com o sexo entre a Amy e o Liam, eu respirei fundo e me deixei levar por essa linha narrativa que eles escolheram. Não é tão aleatória assim. E o primeiro episódio da temporada é realmente muito bom. Uma mistura boa de comédia, com desenvolvimento da base dos personagens para a temporada e essas pinceladas de coisas mais sérias que tornam Faking It importante. 

- Por que eu gosto disso mesmo?

 

A questão é que eu não gostei. No geral, eu não gostei. E isso é claro só de ver o efeito que a série tem em mim. Vocês viram como eu fiquei surtada durante a primeira temporada. O último episódio da season 1 vazou e eu quase morri para assistir. A série reativou minha presença no tumblr, porque 20 minutos por semana não eram o bastante, eu precisava de mais. Lia tudo sobre os atores, via vídeos, acompanhava as redes sociais. Era uma coisa sufocante. Sim, essa é a palavra. Lembrei agora até do gif da Ellen falando que gostaria de poder respirar, que eu vivia usando porque me sentia assim. Quase entrei em desespero quando soube que ia ter uma nova temporada nesse ano ainda, ela chegou rápido demais e eu nem tinha me livrado do vício direito. Faking It foi uma Wrecking Ball na minha vida, aí começou a segunda temporada.

são 2 -n
O primeiro episódio foi ok, legal. O segundo teve um monte de coisas que eu não gostei (principalmente Lisbeth e Leila - imagem), mas foi divertido o bastante que eu assisti e reassisti. Quando chegou o terceiro, eu juro que já tava até sonhando com a série! E aí as coisas começaram a cair. A próxima coisa que eu vi é que eu estava digitando "Carmilla" e não "Faking It" na barra de pesquisa do tumblr.

Não é tipo UM problema. Não é tipo a questão dos brasileiros na série - isso é só uma consequência do problema em si.

Acho que é uma mistura de linha narrativa ruim, falta de continuidade (ou sistema episódico ruim), mal desenvolvimento de personagens, exagero na comédia e desaparecimento dos questionamentos mais sérios. Basicamente, colocaram em primeiro lugar o drama na hora de brincar com as expectativas dos fãs, mas isso acabou roubando parte do coração da série.

- Série episódica vs. contínua

Tipo, séries funcionam muito com base em dois tipos. Um mais episódico (como House e séries tipo CSI) e outro mais contínuo (Game of Thrones, The Legend of Korra). Para ver a diferença basta saber se você pode chegar no 6º episódio da 4ª temporada e ficar por dentro de tudo o que acontece. Se sim, é uma série mais episódica. A maioria delas caminha entre esses dois extremos, a primeira temporada de Once Upon A Time é um bom exemplo - você pode ver uns episódios perdidos sobre a origem de alguns personagens, mas eles são integrados no desenvolvimento da trama principal. 

A segunda temporada de Faking It é como uma série contínua que acha que é episódica. Não que ela não possa ser episódica, é só que ela fica uma merda assim. HAUHAUHA Tá, eu acho que isso é algo particular meu, porque eu acho que Faking It como uma série contínua é TÃO mais legal. E eles até podem ser episódicos, mas podiam fazer isso direito.


Nessa segunda temporada, por exemplo, cada episódio é temático. Eles se inspiram muito em Glee e Skins, que misturam esses dois estilos bem. Só que nessas séries a história suporta esse sistema. Em Glee, o foco é mostrar "minorias" brilhando e desenvolver questões específicas, então cada episódio é como uma aula que aborda um assunto e eles mostram a história de um personagem com base nisso. Então você tem músicas temáticas, um personagem temático e funciona bem. Por mais que você esteja ansioso para eles ganharem o concurso e alguns casais se resolverem (a parte contínua), você consegue se divertir com o episódio específico. (detalhe: essa análise é com base nas 2 primeiras temporadas, que foi o que eu assisti) Glee também conta com um elenco bem mais amplo, o que dá mais possibilidades. 

Em Skins o sistema é um pouco diferente, eles se limitam a 2 temporadas por geração, cada episódio foca em um personagem do grupo de amigos e os problemas que ele enfrenta. São quase que pequenos curtas entrelaçados. É realmente legal porque você conhece o personagem antes, sem realmente entender quem ele é e por que ele é assim.

(é legal ver como os títulos de ambas as séries resumem perfeitamente o que eles vão passar)

Emily e Naomi ensinando como acampar. 

Já Faking It? Eu já nem tenho certeza sobre o que é. Sobre fingir ser algo? Sobre esconder segredos? Sobre amizade? Um pouco disso tudo, acho.

Repare nos episódios temáticos da segunda temporada (todos eles). É como se eles escolhessem temas legais e jogassem os personagens nisso. Oh, noite das garotas. Oh, contado com estudantes estrangeiros. Teatro. Aniversário. Rave. Encontro "comunitário". Expectativas da família. Sociedade """"utópica"""". Cadeia.

Mas nenhum desses temas realmente ficam na história e nem são abordados a sério. Imagina se eles realmente discutissem fazer um experimento e transformar a escola em uma sociedade utópica, discutir o que funciona ou não na sociedade, brincar com o fato da escola deles ser vista mesmo como um lugar "utópico" para gente do mundo real. Mas o que eles fazem? Jogam um monte de referências e elementos de livros YA do tipo sem a menor reflexão. E preciso comentar que aquilo não é nem uma tentativa de uma sociedade utópica com aquelas divisões injustas - é distópica desde o início. Só imagem, sem conteúdo.



Compare, por exemplo, com o episódio temático do protesto na primeira temporada. Não só soa natural, como há críticas ali. Críticas ao uso de informações privadas pelas corporações, mostra como às vezes a escola precisa se associar a uma empresa assim para dar melhores condições aos estudantes, mostra também o lado da Karma que leva aquilo a sério só para seduzir o Liam e do próprio Liam que na verdade está se revoltando contra a própria família. Também mostra como a "revolução" é volátil. E eu poderia ficar falando mais de como esse episódio acrescenta na história, é divertido e emocionante (QUANDO A KARMA CANTA A MÚSICA SEM A AMY ESTAR PRESENTE). 



Mas o episódio da "utopia"? A Karma fazendo merda, a Amy contribuindo e o Liam tentando falar a verdade. Que é basicamente o que a gente vê repetidamente a série inteira. A diferença é que esse é o 9º episódio da SEGUNDA temporada. Seria legal se tivesse alguma mudança.

- Personagens patinando no mesmo lugar

Enquanto na primeira temporada, a gente tem um desenvolvimento da Amy tentando lidar com seus sentimentos e descobrir o que quer. Na segunda temporada a gente tem.... Sinceramente, eu não sei. A Amy tá fazendo a mesma coisa, só que agora ela é supostamente "culpada" e a Karma...

1- Karma atrás da Amy
2- Karma empurrando a Amy
3- Karma empurrando a Amy
4- Karma nem vê a Amy
5- Karma empurrando a Amy
6- Karma nem vê a Amy
7- Karma com medo de perder a Amy
8- Karma na estaca 0
9- Karma empurrando a Amy

A Karma tem um arco de acabar com as mentiras, lidar com a insegurança e... basicamente, desfazer todas as mentiras que ela fez na primeira temporada. Ou seja, a série praticamente caminha para voltar para o início da série. O que não é algo ruim, já que é mesmo o que as personagens querem: continuar sendo amigas com tudo ok. Mas eu não sei se tem uma evolução realmente. Tipo, eu não vejo a Karma sendo mais segura do que ela é no início. Ela desfaz as mentiras que fez? Sim. Mas ela começa a ser uma pessoa mais segura que não mente? Sei lá. A série não andou a esse ponto.


Aliás, preciso comentar que a Amy nessa temporada... O único objetivo dela é esconder aquilo da Karma. Mas, veja bem, ela termina a primeira temporada depois de levar um fora despedaçada a ponto de fazer essa coisa tão imperdoável (ou que eles querem me mostrar que é tão horrível assim) e na segunda? Isso desapareceu. Eu sei que ela quer ser amiga da Karma como antes, que ela não queria sentir o que sente e todo aquele sufoco da primeira temporada, mas fazer sexo não deveria ser uma borracha para isso. Quer dizer, nos dois primeiros episódios até vemos isso, mas depois desaparece. tipo, totalmente.

- Não consigo me importar mais com os dramas

No final da temporada eu nem sei mais se é a Amy sonhando com a Karma, ou a Karma sonhando com a Amy, ou se isso importa. Sou ok com Reamy e a Amy não sentir nada, não aguento mais esse encosto que a Karma tá sendo, mas pra que você me faz uma temporada de drama karmasexual para isso sumir da noite para o dia na próxima?



Esse é o ponto que eu to: Foda-se Karmy, Reamy, Kiam ou sei lá. Eu não me importo com o que a Amy sente. Eu só quero que alguma coisa aconteça nessa história. Eu vi o último episódio tipo: JOGA ESSA MERDA NA PRIVADA. (tá, eu não queria que a amizade acabasse, mas eu to cansada desse drama) E a única coisa que realmente me importou no final era se o "whoa" e o "I Know" seriam usados de forma errada. Isso foi meio desesparador, imaginar a Amy falar "I Know" para a Reagan e a Karma falar "I Know" para o Liam. Mas apesar da cena final resgatar alguns feels, a resolução me deixa cansada só pensar no drama que vai vir. Deus me livre que a próxima temporada seja a Karma fingindo que tá tudo bem, enquanto fica imaginando o Liam com a Amy (até porque desnecessário ficar vendo Lamy que nem existe).



Eu não to gostando da disso. Eu não consigo largar isso também. Eu não consigo largar a esperança de que volte a ficar bom. Em parte eu quero que fique tudo uma merda logo para eu desanimar. Essa série tá tipo um encosto, ME DEIXA SAIR. ME DEIXA VIVER A MINHA VIDA. NÃO AGUENTO MAIS VER ESSA HISTÓRIA MERDA ENROLADA. To na esperança de que eu consiga fazer isso na próxima temporada.

- Personagens mal desenvolvidos

E tem os personagens secundários, que são muito mal desenvolvidos. Eles não têm histórias, parecem não ter sentimentos e ainda são usados em comédia, ou seja, viram estereótipos preocupantes. Como a Lisbeth e a Leila, que pra mim são o ápice do problema. Elas são parte importante da diversidade da história e são só isso. A menina de cadeira de rodas que aparece no último episódio tem quase mais desenvolvimento do que elas. Eu entendo que talvez elas sejam garotas quietinhas (e se é isso, qual é a diferença entre elas e a Amy, uh?), mas a forma como é representado é de que elas são os "outros" e os problemas dos protagonistas é que são realmente importante. Vê a diferença entre o desenvolvimento do Theo e o delas.

Só pra avisar que essa vai ser a última imagem que to com preguiça de colocar no resto, que se dane. 

Faking It tem esse problema com personagens secundários de maneira geral - é esse, por exemplo, o grande problema no episódio do Brasil. Não só todos os personagens brasileiros são estereotipados e parecidos, como nenhum deles tem uma história. Não tenho forças nem para analisar. Os personagens são literalmente robôs ali para satisfazer o desejo sexual dos protagonistas. Compare com o episódio do bar gay na primeira temporada, onde eles brincam com estereótipos de lésbicas. Não só as garotas que aparecem são apresentadas com alguma personalidade (fazendo cara estranha para as insinuações da Amy, ou aquela que topa ir com ela), como a Jasmine que sai no encontro com ela é super legal (e mais desenvolvida que Lisbeth e Leila juntas). O problema não é nem Fabiana não saber inglês - isso ser justificativa é o mesmo que dizer que um personagem mudo não pode ser desenvolvido (O Avox no filme A Esperança é mais desenvolvido que a Fabiana) - o problema é que a Fabiana é um robô.

"Você não pode fazer uma série sobre desconstruir estereótipos e então decidir que esse estereótipo específico não é ofensivo e é engraçado." 

Em Faking It às vezes não só a vida de alguns personagens é ignorada, como eles estão dispostos em sacrificar qualquer personalidade em nome da diversão.

- Problema de continuidade. 

Chamo aqui de "continuidade" é a história continuar de um episódio para o outro. Entendo que seja episódica, tudo bem, eu assisto várias séries assim e adoro. O problema é quando a história não leva a lugar nenhum. Isso já era um problema na primeira temporada. Por exemplo, quando vemos a reação da mãe da Amy com ela saindo do armário no segundo ep e depois só voltamos a isso levemente lá no quinto (daquela festinha pré-casamento da mãe, que a Lauren compra o croquembouche). Ou do fim do episódio 7 até o início do 8, que parece ter passado um certo tempo em que a Karma está transando com o Liam sem a Amy saber (um pulo agradável, porque ninguém queria ver isso mesmo -n). Mas ainda existe um encadeamento, o resto da história faz valer a pena, mas nessa...

Os dois primeiros episódios são ok, apesar do Liam reagir à traíção do Shane no fim da primeira temporada com efeito retardado - só vai brigar com ele no final do 2º episódio. Tudo isso para começar o 3º episódio dizendo "ah, não foi nada, esquece". To assistindo essa merda pra que, né? Aliás, mais pra frente o Liam também coloca a Karma pra fora do carro chorando e na próxima cena deles juntos ele tá todo feliz no sofá com ela. (tudo bem, até que tem uma relativa transição)

Mas tem vários detalhes que são assim. Por cada episódio ser temático, o que acontece nele fica só ali. Jamais ouvimos falar de teatro na escola, ou qualquer intenção da Karma em fazer algo de interessante na vida. O ciúme da Karma é igualmente episódico. "Olha, nesse episódio vamos mostrar ela assim" - e é desenvolvido ali. O desconforto da Amy com gestos "românticos" da Karma desaparece depois do segundo episódio. Não tem um senso de desenvolvimento, as coisas aparecem e vão embora conforme eles bem entendem. 

- Falta de tempo não é desculpa.

E não vamos nem falar que é a falta de tempo. Eles fizeram tudo isso bem melhor em 8 episódios da primeira temporada. The Legend of Korra com o mesmo tempo consegue desenvolver um mundo, questões sérias e trilhões de personagens (TODOS os personagens são desenvolvidos). Carmilla também consegue fazer isso em episódios de 3 minutos. Faking It tem mais do que tempo pra fazer algo relevante e simplesmente não faz. 

- O lado bom da segunda temporada

Não é que a série esteja realmente ruim, esses problemas que eu falei são super comuns (eles aparecem, inclusive, em Skins e Glee). A parte frustrante é que Faking It não era só uma série bobinha pra se divertir, mas tá se tornando. Nem tanto, é claro, porque em termos de representatividade LGBT+ eles ainda se esforçam - tem coisas ótimas nessas temporada, como o que eu falei do primeiro episódio, quando eles colocam uma girlband agindo como uma boyband, a relação do Duke (e de seu pai) com a sexualidade, a Lauren como intersexo e toda a naturalidade com que eles mostram os personagens LGBT+. Faking It pode ser uma merda como qualquer comédia adolescente fraquinha, mas ainda assim vai ser mais relevante porque ele mostra isso com personagens LGBT+. Isso não é nem uma frase de efeito, eu vi de perto em várias pessoas a mudança na relação com a sexualidade depois que assistiram a série. Tanto no sentido de pessoas que ficaram mais confortáveis com o que sentiam, quanto na quebra de tabu para falar sobre isso (para quem não conhece ninguém LGBT+, Faking It é uma forma incrível de descobrir algo super importante: eles são pessoas normais). 

Eles melhoraram o ritmo, o desenvolvimento do Shane e da Lauren nessa temporada e a comédia. É ótimo para quem não está preso na trama principal (e necessário, porque ela tá tediosa). Tivemos personagens novos, como a Reagan, o Duke e o Theo que são bem legais. Aliás, o segredo do Theo era o que me deixou mais curiosa para a finale e foi legal ver como ao longo da temporada eles jogaram pistas aqui e ali do que tava acontecendo. Mas nada disso é o que torna a série grandiosa.

"Faking It, a série que você odeia amar/ama odiar/nem assiste mas tem opiniões fortes sobre"

E a Lauren foi a melhor coisa nessa temporada para mim. Apesar de algumas vaciladas em termos de continuidade, ela é incrível em todo momento que tá em cena. A forma como ela se recusa absolutamente a ser uma vítima, isso causou uns momentos divertidos dela junto com o Theo. Eu adorei esse detalhe de caracterização em que ela basicamente sempre nega confirmando. A Bailey De Young tá incrível, eu adoro como ela consegue mudar entre vulnerabilidade e resistência tão rápido. A personagem em si é uma constante desconstrução de estereótipo. No último episódio, ela diz algo tipo "Estou retornando aos meus planos de transformar essa escola no lugar que eu quero estudar" - e essa é uma perspectiva incrível. Se você estuda em um lugar com algo ruim, por que você não se esforça para melhorar? Ela reagindo contra o Theo no final foi momento mais emocionante da finale pra mim, que me fez pular da cadeira e aplaudir. Em seguida, quando ela conquista o pessoal pra fazer a campanha dela, dá pra ver que é de certo modo triste. Como o Diego disse, é uma forma um pouco de autodestruição. Ela não quer realmente aquilo, mas ela vai se aproveitar da situação. A transformação da personagem em alguns segundos é incrível.


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Mas... poderia ser melhor, muito melhor. Igual esse post, mas não quero perder mais tempo analisando essa série. Tenho posts bem mais legais sobre o mês Super Girl Power para fazer. E eu fui reler meu post do #brazilianinvasion e... a série realmente melhorou. O 6 e o 7 são episódios realmente legais. Eu me diverti com o 9. O 10 teve emoção. Eu só queria que... voltasse a ser como antes. 

-dana martins


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1 comentários

  1. Concordo completamente com o "Problema de Continuidade", e já ia comentar que vejo isso em séries de 20 minutos e: "Falta de tempo não é desculpa". Risos. Mas, nossa, não lembro o ep específico (acho que foi do final da 1º para o início da 2º), mas Karma e Amy fazem um drama gigante para no episódio seguinte se perdoarem como se NADA tivesse acontecido. E nunca aprendem. Repetem os mesmos erros. "To assistindo essa merda pra que, né?" Hahahahah É bem isso.

    Lauren é de longe a minha personagem favorita.

    Abandonei a série no ep 8. Tipo, de vez. Estava legalzinha, mas meu tempo é disputado entre trocentas outras séries, então fiquei com as que rendem mais :-/

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