Se
você nasceu a partir da década de 80 provavelmente vê ou já viu alguma série na
vida. Para os jovens, adultos e porque não, idosos, as séries passaram a ser as
novas novelas das oito. Sejam as exibidas na televisão, sejam as que
acompanhamos por streaming, elas veem tomando parte das conversas, incluindo as
do almoço de domingo com a família, das redes sociais e da nossa rotina diária.
Mas com elas, outra coisa também virou comum: um monte de termos que talvez
muita gente não saiba o que significa (eu incluída).
A partir de 20 de novembro, 22:30 aos domingos, o Multishow
vai começar a passar Skins. Se você já conhece, é uma boa chance de rever a
Cassie, o Tony, o Sid e os outros desde o início. Se você ainda não viu... bem,
está esperando o que?
Se você não faz ideia do que é Skins, já teve um post aquino ConversaCult sobre a série. Essa série já passou em vários outros canais
pagos, como o VH1, a HBO e chegou a passar a versão cópia americana na
MTV. Mas, quem sabe, agora no Multishow ela tenha mais reconhecimento.
“Se fosse boa já teria reconhecimento!”
Skins é uma série inglesa e aqui no Brasil o costume é
copiar o que é americano, não dando muita chance para a produção de outros países,
principalmente de séries. Além disso, a proposta de Skins é mostrar a vida de
um grupo de jovens sem cortes. Acrescente isso ao fato de ser uma série inglesa
(sem todo o polimento americano), resultado: aparece muita coisa tensa para ver
num dia ensolarado com a família reunida.
Só mais uma coisa: a série já está indo para a sexta
temporada, mas como eu disse no post de explicação, muda de geração a cada duas
temporadas, então é quase que uma nova história, só com o mesmo princípio.














