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Tag das diva

13.12.14Conversa Cult


Pra quem não sabe, uma tag literária é uma lista que relaciona qualquer coisa (tipo, qualquer coisa mesmo) a livros. A tag das divas, criada pelo Andre (obrigada por nos indicar!!), se trata de listar os livros que mais tenham a ver com uma característica de uma diva do pop e porquê você acha que eles se relacionam. Nós do CC fomos desafiados a responder a essa tag e aí CHALLENGE ACCEPTED!!! Confira o que a gente respondeu!

>>> DANA

Avril Lavigne, um livro antigo que continua atual: PODE FALAR DE CARMILLA? Tá, Carmilla é uma websérie. Apesar de ter o livro do Sheridan Le Fanu... É, vou ficar com Carmilla, porque eu não poderia não indicar uma história de vampiro com a Avril Lavigne.

Adele, um livro de um autor que tem uma voz própria e única - e que voz!: Americanah da Chimamanda Adichie! To lendo agora, mas a visão que ela mostra sobre a sociedade (principalmente americana) e o racismo na cultura mudou totalmente como eu vejo as coisas.

Adele sambando nas diva
>>> DIEGO

Katy Perry, um livro que deveria ser mais reconhecido:  Marina, Carlos Ruiz Zafon. Para a Katy eu escolhi não apenas um livro que deveria ter mais reconhecimento, mas também um que gira em torno de uma personagem feminina forte e que é, de certa forma, uma história de coming of age sensível e poética. Por que sinto que, em geral, o trabalho da cantora gira ao redor desses temas de amadurecimento. É claro que não poderia faltar um toque romântico, e é claro que este não poderia ser muito óbvio e nem deixar de ter seu toque de magia e também de fatalismo. E o que é melhor: o livro de Zafon traz tudo isso com pitadas de bizarro e fantástico, bem como os videoclipes da cantora.

Beyonce, um livro que te faz perder o fôlego: O sol é para todos, Harper Lee. Eu me repito nessa questão, mas é claro que relaciono uma das rainhas do pop e também ícone do feminismo com um livro protagonizado por uma personagem feminina forte. Escolhi sim esse livro por me deixar sem fôlego. Escolhi também por ele tratar de múltiplas camadas de preconceito e sentir que o trabalho da Beyonce trabalha muito em cima disso. Sua carreira em si é uma grande quebra de paradigmas sociais. O livro tem o mesmo toque de clássico da cantora, que é impossível de não respeitar, gostando ou não. Acima de tudo, a música dela, assim como esse livro, tem aquele tom de verdade grandiosa que não se deve negar. Então acho que foi o casamento perfeito.

QUE ISTO
Lady Gaga, um livro bizarro, que você custou a entender, como toda a "arte conceitual" dos figurinos dela: A Cruel Visita do Tempo, Jennifer EganNão é exatamente um livro que me custou a entender, mas cuja a grandiosidade eu precisei de tempo para processar completamente. Assim como quando ouvi Gaga pela primeira vez, logo na primeira página do livro tem algo que te leva a dizer "Algo aqui vale muito a pena", mas é só através das páginas que você vai entendendo a proposta - e a intensidade louca dela. Como Gaga não se atém a uma única identidade de gênero, seu livro não tem protagonista definido. É uma constante transformação, com cada capitulo focado em um personagem diferente. Meio que como a cantora, que se reinventa sempre.


>>> ELILYAN

Taylor Swift, um livro sobre superação: Taylor só me lembra O Diário da Princesa, Meg Cabot, porque só a Tay-Tay para fazer tempestade em copo d’água, assim como a Mia. Sem falar na incrível capacidade dessas duas de ter problema com o amor (apesar que a Mia terminou acompanhada - aprende Taylor!)

ODIADORES ODIARÃO O QUANTO SOU PODEROSA

Christina Aguilera, um livro que deu errado com você: THE VOICE. Podem falar o quanto quiser que Christina Aguilera é sinônimo de flopp, mas não podemos questionar a grandeza da voz dessa mulher, por isso indico a série Artemis Fowl, de Eoin Colfer, uma série meio desconhecida (tão floppada no cinema que nem saiu do papel), mas que é grandiosa como poucas. 

Elis Regina, um livro com uma protagonista forte : A diva da bossa nova não pode ficar de fora dessa parada. O livro que melhor combina com a mãe da Maria Rita é Dôra Doralina, um livro sobre uma mulher forte escrito por uma mulher forte e talentosíssima: Rachel de Queiroz.


>>> ISABELLE

Britney não curtiu esta tag
Britney Spears, um livro que tem uma narrativa tão sem graça quanto show com playback: O Símbolo Perdido, de Dan Brown. Eu adoro os livros dele, mas esse foi decepcionante. A narrativa não envolveu, a história não me pareceu verossímel (o que é primordial num livro de ficção - se você está achando impossível ou maluco o desenrolar da trama, é porque a verosimilhança foi pro saco e acabou o objetivo de fazer o leitor acreditar naquilo). Nem teve shipp!! Foi bem morno, pra não dizer frio q

Lana Del Rey, um livro melancólico: A Garota das Laranjas, de Jostein Gaarder. Chorei com esse livro do início ao fim. A carta que o menino recebe do pai que morreu quando ele tinha só três anos, as coisas que ele conta, seus pensamentos diante do fato de que vai morrer. Poderia ter enchido a Cantareira com as minhas lágrimas #piadinha #infame

Madonna, um livro que nunca perde a majestade da sua estante: O Ladrão de Raios, de Rick Riordan. Podem pensar o que quiser, mas a saga do semideus mais lerdo e azarado da face da terra tem reinado garantido na minha estante. Esse livro foi um marco na minha vida e me proporcionou tantas experiências e pessoas incríveis na minha vida que não tem como ser diferente <333

>>> JOÃO


Vocês não sabem o que eu passei
Demi Lovato, um livro sobre automutilação superação pt.2: Ratos, de Gordon Reece. Fiquei meia hora pra pensar em que aspecto escolher um livro coerente pra Demi. Mas, sim, amigos, acabei na mesmice da superação. Mas Ratos é tão incrível nesse ponto que vale a pena indicar. Assim como a Demi, a protagonista engole o pão que o diabo amassou, sapateou em cima e besuntou com cuspe até conseguir aprender como dar a volta por cima. E o caminho é bem sangrento pras duas. q

Miley Cyrus, um livro que começa meio bobinho, meio Disney, mas acaba despirocando e mudando os rumos: Divergente, de Veronica Roth. Eu não fazia ideia do que colocar aqui até bater o olho em Divergente. Parece uma escolha tão óbvia agora! Tanto a Miley quanto a Tris viviam em um casulo que limitava seu jeito de ser e se expressar. Até que, por um fator x, quando a gente percebe, elas já mudaram totalmente. Aparência, costumes, ideologia... Adoro como Divergente retrata essa transição, e a Miley é um exemplo de como ela pode acontecer no mundo real de forma tão impactante quanto no universo fictício.


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2 comentários

  1. Gente, essa tag <3 <3 Livros + divas = PURO AMOR

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  2. Tag maravilhosa... Sim, estou lendo em 2016 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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