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Marvel vs DC: Dos Quadrinhos para o Cinema

7.11.14vics


Você já parou para pensar na fábrica de produção de filmes baseados em HQs? De como há tantos filmes de super-heróis e irá ter ainda mais? De como essa nova era começou e onde ela vai parar? Pois é. Eu já.

Esta década ainda nem chegou na metade e já contou com uma grande leva de super-heróis ganhando um espaço na frente de uma câmera, e até 2020 já foram confirmados pelo menos o dobro de adaptações. A Marvel Studios, por exemplo, confirmou recentemente a produção de quase 20 filmes baseados em HQs, enquanto a DC tem cerca de 10 filmes anunciados (podendo se expandir facilmente com os spin-off). São 30 filmes de super-heróis em seis anos! Tá perdido? Dá uma olhadinha no calendário:


Calendário atualizado com a união de Homem-Aranha ao MCU! Retirei todos os filmes previstos do spider-verse,
porque não temos confirmação de como a Sony vai lidar com isso. O calendário anterior
Dana aqui (olá): Só pra lembrar que no mundo dos quadrinhos, os super-heróis são distribuídos entre duas editoras: a Marvel e a DC. No cinema, a coisa ficou um pouco diferente, porque a Marvel vendeu direitos de seus quadrinhos para 3 estúdios: FOX, Sony e Disney (que hoje é dona da Marvel). Enquanto a DC é toda da Warner. No quadro acima você vê quem é de onde. E é por isso, por exemplo, que mesmo que o Homem-Aranha seja um vingador ele não aparece n'Os Vingadores 
Esse texto está focando mais nos filmes feitos pela Disney (Marvel), que está ganhando todas, e na Warner (DC), mas a FOX e a Sony também estão correndo atrás para conquistar seu espaço no império de Walt Disney. A FOX, por exemplo, está tentando recuperar o Quarteto Fantástico, que sai em agosto de 2015, além de ter reiniciado a história dos X-Men de modo fantástico. Já a Sony está mais perdida que cego em tiroteio, mesmo tendo um dos 3 principais super-heróis na mão, o Homem-Aranha. Até o momento, o próximo O Espetacular Homem-Aranha está marcado para 2018, mas ninguém sabe ao certo o que eles realmente vão fazer.
Podemos dizer que essa fase de alvoroço começou em 2008, com o primeiro filme d’O Homem de Ferro (Marvel), quando essas franquias super-poderosas começaram a funcionar com uma força total, entregando ao grande público filmes não só dos personagens mais famosos, como também aqueles menos conhecidos.

Você talvez não goste da ideia, ou talvez até goste, mas já está farto. Tudo bem. Eu te entendo. Te entendo mesmo. O mercado cinematográfico atual é feito basicamente dessas franquias intermináveis, e você acabou de perceber que muito mais está por vir. Porém, independente de qual seja sua opinião sobre isso tudo, uma coisa é certa: não está sendo fácil para nós, meros mortais, deixarmos de irmos ao cinema para checar essas mega-produções.

Com esse império super-heróico, a Marvel tem levado a melhor. Sua adaptações são mais numerosas e suas recepções bem mais calorosas do que a rival, gerando bilhões de dólares para a empresa do Mickey Mouse. E, claro, tudo indica que a companhia só irá faturar (ainda) mais, principalmente com a sequência do filme d’Os Vingadores, A Era de Ultron, um dos filmes mais esperados para o próximo ano.

Sendo este um império e a Marvel levando a melhor, fica óbvio que há alguém que está saindo um pouco “lesado” por essa gigantesca indústria. E você sabe muito bem que é, não é mesmo? A rival da vermelhinha: a Detective Comics (aka DC).

Mesmo que a trilogia do Cavaleiro das Trevas, finalizada em 2012, tenha arrancado das pessoas milhões de elogios merecidos, a empresa tem aguentando a indústria muito na corda bamba, ainda que tenha recuperado o tempo perdido de forma rápida no intervalo de um ano.

É com O Homem de Aço que a companhia começa a recuperar território nessa nova fase. Embora o Super-Homem seja um personagem que sempre é muito complicado de trazer à vida (Superman – O Retorno, que o diga), a DC acertou em cheio ano passado com sua nova versão do kryptoniano Kal-El, que não só teve um bom retorno financeiro como também uma boa recepção do público e da crítica especializada.


Desde então os nervos tem corrido a solta: a DC já anunciou uma sequência do filme, Batman e Superman: Alvorecer da Justiça, já marcou outros lançamentos (como tá no calendário lá em cima) e vai introduzir no mundo cinematográfico a maior aposta que poderia acontecer em seu universo: dar vida à Liga da Justiça.


O filme está marcado só para 2016, mas as expectativas já extrapolaram o teto em um milhão de formas. A Liga só foi vista em quadrinhos e em desenhos, mesmo que tenha sido semi-formada no seriado Smallville: As Aventuras do Superboy (sdds Pequenópolis sdds), o que torna esse um dos momentos mais históricos do universo nerd.

Com o recente anúncio da Marvel sobre os próximos lançamentos cinematográficos e grandes mudanças vindo para a DC, o ano de 2015 marca uma poderosa batalha entre as duas empresas, que irão ver seus filmes duelando de todas as formas possíveis (a DC até já mudou a data de Batman e Superman pra não bater de frente com Capitão América: Guerra Civil).

O que resta questionar é quantos cofrinhos serão necessários para que nós, humanos sem super-poderes, estoquemos em casa pra assistir todos os filmes marcados até o ano de 2020. Haja porquinho! G.G



Esse é o mês das Super-Heroínas no CC! Leia os outros posts aqui.



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O autor desse texto é o VICS, o moço simpático da foto ao lado, e sim, vics tem um blog! Sou blogueiro há mais de cinco anos, e já passei por diversos projetos até chegar aqui. Me deparei com a Dana há alguns anos e esse é o meu primeiro "projeto colaborativo" desde que nos conhecemos (na verdade, é o meu primeiro, ponto). Estarei por aqui por mais três sextas, postando um projeto de quatro partes sobre... quadrinhos? Quadrinhos.
Não quer perder? Então chega mais e fica de olho que a coisa tá bacana!

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