Ana Luíza Albacete Audrey Hepburn

Musicais: os antigos são tão bons quanto os novos!

19.9.14Ana Luíza Albacete


OLÁ, MEU POVO E MINHA POVA! Eu, Ana Luíza, venho aqui falar para vocês porque eu nós amamos musicais. Na verdade, vou falar hoje de alguns filmes que vieram pra ficar, que são lembrados há anos por suas músicas, por suas performances ou por ser uma obra-prima mesmo. É tanto filme bom que eu nem sei como falar. Até falei pra Dana que eu ia jogar vários vídeos do youtube aqui e ia dizer: "divirtam-se!", mas eu não ia conseguir deixar vocês se divertirem sozinhos, porque essa diversão é muito boa!

Então, vamos brincar de musical antigo?

Bom, a gente sabe que o cinema é derivado do teatro e, com isso, muitos filmes foram baseados em musicais da Broadway.

O primeiro filme com trilha sonora foi "O Cantor de Jazz" de 1927. Que conta a história de um rapaz branco que é cantor de jazz, mas acaba sofrendo muito preconceito dos cantores de jazz tradicionais. Além dele um, que ficou marcado não só pelas suas músicas, mas por ter sido filmado em Technicolor, é o "Mágico de Oz".





Após essa "revolução" toda com músicas, mais filmes foram aparecendo e, conforme o tempo foi passando, eles aprimoraram suas técnicas. Enfim, chegamos a Era de Ouro do cinema musical.

A Era de Ouro foi logo após a Segunda Guerra e as produções são bem melhores e sucedidas. Com tantos filmes sendo produzidos, os de maiores destaques da época são falados até hoje, seja por sua música, atuação, direção ou roteiro/adaptação. Os mais notórios são: "Cinderela em Paris", "Cantando na Chuva", "Amor, Sublime Amor", "My Fair Lady", "Mary Poppins"...





Fofocas de bastidores: O primeiro filme da musa Julie Andrews foi "Mary Poppins". Antes dela ser escolhida para o papel título, ela interpretava Elisa Doolittle, personagem principal de "My Fair Lady" na Broadway. O diretor do filme até assistiu a peça, reconheceu que Julie era boa, mas ele queria alguém mais famoso para a personagem principal, então, ele chamou Audrey Hepburn para fazer o filme. Logo, Walt Disney se aproveitou da história e pegou Julie para fazer a babá mágica. E adivinhem só? Julie Andrews foi indicada e ganhou a maioria dos prêmios de 1965, enquanto Audrey Hepburn nem chegou a ser indicada.

Obviamente existem os musicais alternativos que são maravilhosos e que todos deveriam dar uma chance. Entre eles, estão: "All That Jazz" (que é derivado de "Chicago"), "Cabaret" (com a Liza Minnelli) e "Victor ou Victoria" (com Julia lindaemaravilhosa Andrews).



Ainda nos alternativos, com o esgotamento de ideias, os diretores começaram a fugir para as peças off-broadway. As peças falavam de temas incomuns e travam as coisas com humor negro, terror e sexo. Os melhores exemplos são: "The Rocky Horror Picture Show", "A Pequena Loja de Horrores" e um dos mais icônicos da época: "Hair".


Depois disso veio a década de 70/80, onde os tempos da brilhantina imperavam (junto com John Travolta e seu rebolado). Vamos lá, quem não conhece "Grease" ou "Nos Embalos de Sábado a noite"?



Aos poucos, os musicais foram perdendo sua força, não por completo, mas Hollywood começou a explorar outros gêneros. No entanto, agora eles estão voltando com força. Os melhores exemplos pra isso são "Os Miseráveis", "Jersey Boys" e um que tá pra estrear que é baseado numa peça: "Annie". 

No final, tudo acaba em música!


E você, já viu algum dos musicais acima citados? Conhece outros que vale a pena citar? Conta pra gente nos comentários!

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