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Como é ter depressão

15.12.15Anônimo

Depressão não é um osso quebrado. Não é uma pancada violenta que traumatiza o seu corpo, não inflama nem incha. Depressão é sutil, é um sentimento que te embala lentamente, uma erva daninha que germina dentro de você e se alastra com o passar dos dias. Quando você se dá conta de que está lá, ela já criou raízes e está dando frutos. Ela também não é uma dor constante como a de um machucado, e muito menos uma que você pode anestesiar tão facilmente com um analgésico. Os dias ruins são um golpe cruel, mas os dias suportáveis é que são realmente diabólicos, pois eles te fazem acreditar que você pode se conformar com a miséria; que aquilo é o mais próximo que você vai chegar da felicidade. Ela pode viver anos disfarçada de normalidade sem ser notada.

“Minha depressão é um metamorfo. Um dia é pequeno como uma libélula na pata de um urso, no outro é o urso. Nesses dias eu me finjo de morto até o urso me deixar em paz. ” 


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Top 5 - Motivos para assistir My Mad Fat Diary

16.2.14paulo

Não tenho o costume de assistir muuuitas séries de TV, então, todas as que eu acompanho são realmente boas. A série britânica My Mad Fat Diary, do canal E4 – o mesmo de “Skins” e “Misfits” –, não poderia ser diferente. Ao longo dos seis episódios que compõe a primeira temporada, fui ficando cada vez mais encantado com o que eu via e precisava vir aqui indicar a série em algum momento.

Já que a segunda temporada estreia amanhã, dia 17, apresento cinco motivos para você assistir uma das melhores séries sobre adolescentes. São poucos episódios e dá para ver tudo em um dia, venham!


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[Resenha] O Lado Bom da Vida, de Matthew Quick

13.2.13Igraínne

Mini-Crítica/ Resumo:
“O lado bom da vida” (ou “The Silver Linings Playbook”) conta a história de Pat Peoples, um homem que acabou de sair de uma clínica psiquiátrica e só tem uma certeza: vai se tornar uma pessoa melhor para reatar com Nikki, sua esposa. Mas antes ele precisa desembaralhar sua mente e lembrar-se de tudo o que aconteceu antes e durante seu período no “lugar ruim”. Nesse meio caminho, ele conhece Tiffany, uma mulher que está passando por um momento difícil. Eles acabam se aproximando e, juntos, tentam viver apenas o lado bom da vida.

Apesar de soar clichê nas minhas palavras, o livro é bem diferente do que costuma se sobressair no mercado literário. A escrita do Matthew Quick não tem nada de extraordinário, mas a sinceridade da história me tocou e fez com que o livro se tornasse um dos meus favoritos. Super recomendado para quem está fugindo de livros YA mas que não quer enfrentar livros densos, como eu.

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.


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