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Lendo Never Sky, Sob o Céu do Nunca #1 - Primeiras Impressões e Graphic Novel

26.5.13Conversa Cult


Olá, senhoras e senhores! Hoje eu venho falar do livro que eu acabei de ler... porque no primeiro capítulo ele já me surpreendeu! E porque eu posso. E porque é o post mais nerd que eu tenho para comemorar o dia da toalha atrasado? 

Aliás, eu terminei de ler "A Seleção" faz séculos, eu queria fazer um post especial para finalizar o Lendo (nossa coluna que acompanha impressões sobre a leitura), mas agora eu me dei conta de que posso fazer isso depois. Vou postar o último o quanto antes. (:

Vou te falar o que eu sabia quando comecei a ler Under the Never Sky: nada. Sim, compro livros sem saber nada. E faz um bom tempo que comprei Never Sky e cada vez mais o livro ficou menos apelativo para mim. Se eu não tivesse comprado antes, provavelmente não compraria agora. E só estou lendo porque eu comprei. 

Extras para quem gosta de: Realidade virtual, distopias, ficção científica, graphic novel, arte legal e atuais fãs de Never Sky Sob o Céu do Nunca. 

Por isso que quando a história começa com a personagem principal, a amiga e uns garotos tentando entrar em uma área secreta totalmente proibida foi o meu primeiro baque. Na história há vários boatos sobre o que pode acontecer se você sair! Tipo morrer queimado vivo instantaneamente - e os personagens acreditam nisso. 

E esse é um trabalho de um artista que decidiu fazer um estudo de imagem inspirado no livro. Me conquistou.

O primeiro capítulo tem umas 15 páginas e você já descobre que os personagens estão fazendo algo muito errado (até sem volta), que seja lá quem controla o lugar está escondendo totalmente a verdade e que algo errado tem abalado o controle do poder. 

Aliás, você fica sabendo sobre esse mundo também: eles vivam presos em algum lugar, por causa dos perigos de fora - incluindo "selvagens" e "canibais" que se recusam a seguir o mesmo sistema que eles.

Que sistema? Além deles viverem sempre presos sem ver a luz do sol, eles usam um aparelho que mistura a realidade com o mundo digital. Então eles basicamente fazem tudo sempre conectados. É como se a tela do seu computador fosse implantada na sua visão e pra todo lugar que olhasse visse a área de trabalho (hora, notícias, abas, ícones principais). 

Isso permite eles fazerem tudo através do mundo digital (tudo!). Você pode passar meses sem nem tocar em alguém no mundo real, e isso não importa. A vida é no mundo digital, realidade é algo ruim que não existe. 

Versão da capa do mesmo artista. Certo que ele se inspirou em uma versão atual dos livros do William Gibson, como Neuromancer. Aliás, que faz todo sentido, porque também é sobre realidade virtual. Aliás, você sabia que foram esses livros que inspiraram os filmes Matrix?
Então quando Ária perde o contato com a mãe que está longe por mais tempo que o normal, ela decide dar em cima de um filhinho de papai que pode saber a verdade, que a leva para lugares proibidos e... ele pretende fazer muito mais do que ela imaginava.

E eu dei esse bando de informação, mas não pense que o livro é daqueles chatos que começam explicando o mundo tipo livro de História. "Never Sky – Sob o Céu do Nunca" já começa na ação e é através de detalhes dos acontecimentos que as informações são transmitidas. Tipo a personagem sempre reparar nos outros suando como algo estranho - porque não é algo normal, se bobear ela nunca viu nem suor. É real demais.

Tudo isso me deu muita vontade de continuar lendo e descobrir mais sobre esse mundo, ver se a autora vai conseguir explorar isso bem. Ainda não estou confiante de que vai ser muito bom, mas essa distopia que me lembra a Jogador Número 1 tem potencial.

Isso tem potencial desses clássicos cults! Seria lindo se o Richard Dumont fizesse uma graphic novel assim baseada no livro.
Coisas que eu decididamente não gostei: 
A personagem canta. Parece que agora pra virar protagonista de distopia YA estão exigindo cantar e ser uma cantora deslumbrante. Ária desse livro, America (A Seleção - e que eu nem acho distopia, mas...), Katniss.

E a personagem ainda tem que ser aquele tipo meio retraído, ou que fica meio isolada. Aliás, eu achei a Ária meio idiota por esse primeiro capítulo. 

Infelizmente, procurando imagem pra esse post também tive contato com alguns spoilers que alimentaram meu medo do livro virar apenas um Jogos Vorazes wannabe. Espero que eu esteja errada. O estudo de Graphic Novel do Richard Dumont me deu esperanças.

Mas vamos ver. É só o primeiro capítulo. Ainda tem muita coisa... (ou assim espero)




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