Se você não estuda cinema, nem é um cinéfilo, deve estar se perguntando por que perder horas de sono assistindo uma premiação longa e chata da indústria norte-americana de cinema. O Oscar não é o melhor parâmetro para saber se um filme é bom de verdade ou se uma atriz, diretor ou qualquer outros envolvido em um filme é bom mesmo. O Oscar não trata verdadeiramente de arte, mas, sim, de marketing. Nos últimos anos, o Oscar tem se tornado cada vez menos relevante. Premiações como a Palma de Ouro em Cannes, na França, e o Urso de Ouro, em Berlim, na Alemanha, são mais considerados que a premiação promovida pela Academy of Motion Picture Arts e Sciences.
Muitos filmes e artistas são indicados ao Oscar devido ao lobby dos grandes estúdios e empresários, que visam promover determinada celebridade ou produção (estou olhando para você, Harvey Weinstein). Às vezes, o lobby é tão bem feito que é capaz de o filme com a melhor campanha de marketing levar o prêmio para a casa em detrimento daquele que é melhor de verdade, mas não soube fazer uma boa campanha.
Mesmo com toda essa decadência, te trago três bons motivos para assistir ao Oscar esse ano.














