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CCCrítica: ''Pedro Coelho'' é uma comédia imperdível

23.3.18João Paulo Albuquerque


Depois de um pouco mais de seis anos sem sequer chegar perto de um cinema, enfim pude ir graças à CIA. Ela enviou para nós um convite para a pré-estreia do filme Pedro Coelho para a Conferência de Imprensa e é necessário dizer: fazia muito tempo que eu não via um filme de comédia tão leve quanto esse.



No último dia 16, a Companhia das Letras junto da Sony proporcionaram a chance de influenciadores poderem ver o (melhor) filme de comédia (de 2018) baseado nos livros de Beatrix Potter, Peter Rabbit (traduzido para o português como Pedro Coelho) aqui em São Paulo. 

Eu levei meu avô, e demoramos um pouco mais de 40 minutos para chegar no shopping Eldorado, já que o trânsito de sexta-feira não é um dos mais sutis. Chegamos ao shopping era 10:07 e quando enfim chegamos ao Cinemark, já era 10:15, lá já se encontrava uma moça num estilo aeromoça com um lenço verde esperando quem havia sido convivado e só foi necessário dar meu nome que eles liberaram o acesso. (POR SINAL, EU FIQUEI MUITO FELIZ COM AQUILO, VER QUE ERA SÓ DAR O NOME PRA ENTRAR AAAAAAAAAAAAAAAAAAA - perceber a importância do nosso site e como ele abre portas para nós foi a melhor percepção minha deste ano)

Quando deu 10:30, como combinado, foi liberada a entrada. Entramos na sala de XD. E SÓ DEUS SABE O QUÃO EU FIQUEI ABISMADO (num bom sentido) COM AQUELA SALA, AQUELA TELA, TUDO! 

Não demorou muito para começar, depois que todo mundo sentou, começou a música de avisos. E em seguida, começou o filme.

Sim, meu avô parece o Mario Bros ^~^

E AINDA GANHAMOS CHOCOLATE AAAA

Sinopse: "Em Pedro Coelho, o adorado personagem de histórias infantis chega às telas de cinema em uma irreverente e contemporânea comédia cheia de atitude. A eterna disputa de Pedro pelos vegetais cultivados no jardim proibido do ranzinza Sr. McGregor (Sam Neill) fica ainda mais intensa com a chegada de Jeremy Fisher (Domhnall Gleason), sobrinho de McGregor. O rebelde coelho e Jeremy travarão uma batalha pela atenção de Bea, a vizinha bondosa e amante dos animais (Rose Byrne)."

O filme já começa com Pedro e a família invadindo uma horta - a qual é a base da história, quase que um simbolismo de conexão entre passado/presente/futuro -q - e eu já vi meu avô sorrindo. O decorrer do filme foi muito light, calmo e muito gostoso, não dava para perceber o tempo passando de tão sugado pra dentro do filme que a gente era.

Não vou dizer para vocês que a comédia do filme é em todo momento ou que dê muitas margens para gargalhadas, mas varia entre humor inteligente e humor mais leve, então há momentos que você só dá um sorrisinho e em outros você ri sem conseguir parar rapidamente.

Minhas partes favoritas: festas dos animais dentro da casa do velho, quando humanos levam choques e quando os coelhos quase são apanhados na loja de brinquedos (agora pronto, bomba da curiosidade jogada, espero que isso tenha atiçado vocês). E bônus: tem música da Rouge.

Enfim, quando eu e meu avô saímos da sala, conversamos sobre o filme e chegamos a constatação que gostamos muito. Foi um filme que te faz esquecer do mundo ao seu redor, você só vive aquilo ali intensamente (quase como se estivesse dentro do mesmo) e se diverte durante todo o filme, então muito obrigado CIA e Sony pela oportunidade que me deram de voltar aos cinemas e poder aproveitar esse longa metragem com meu avô.

ENTÃO AGORA CORRAM AOS CINEMAS PARA VER ESSE HINO QUE ESTREIOU DIA 22

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