WTF você tá falando? Provavelmente foi o que você pensou ao ver o título. Mas já ouviu aquela música "Amor e Sexo" da Rita Lee que ela fica falando o que é um e o que é outro? Pois é. Eu já fiz aqui um Graphic Novel vs. Comic Book, mas quando eu fiz aquele acabou surgindo um "complemento" que vale uma conversa. Aqui você vai ver o que o Neil Gaiman acha das Graphic Novels e o que o termo significa nesse mundo de aparências.
CCHQ
CCLivros
CCMangás
Guia de Quadrinhos: Porque comic book, mangá e graphic novel é tudo a mesma coisa, não é?
28.9.12Paulo V.Senhoras e senhores, chegamos à última sexta-feira de setembro!
Se nas últimas semanas indicamos alguns
quadrinhos que gostamos, hoje vamos fazer diferente – vamos falar dos próprios quadrinhos.
Primeiramente, quero que você, leitor,
perca qualquer preconceito que tiver com histórias em HQ. Seja sincero: quando você pensa em quadrinhos, as primeiras coisas que lhe vem à mente são
crianças lendo gibis da Turma da Mônica ou estereótipos de nerd lendo revistas
de super-heróis. É um pensamento muito comum, sim, mas o que acha de pensar de outro jeito? Essa é a proposta de hoje.
Olá, pessoas! Como vocês estão?
Primeiramente, eu gostaria de
pedir desculpas pela minha ausência no blog. Eu queria ter um bom motivo,
mas não o tenho, foi pura preguiça e falta de vontade de postar. ;x
Prometo que nas próximas semanas vocês vão
me ver mais vezes.
Enfim, o post de hoje é o
terceiro guia de quadrinhos do mês, o tema das sextas de setembro aqui no blog.
E se a Dana falou de quadrinhos mensais, a Igra de um mangá, do que eu poderia
falar? Escolhi, é claro, o tipo que eu mais gosto: graphic novels.
Recentemente li duas graphic novels (em tradução
literal, ‘romances gráficos’) e quando eu estava pensando se faria resenha
delas ou não percebi que ambas eram do mesmo estilo, autobiografias. Resolvi,
então, fazer um post falando sobre cada uma e comparando-as.
Acho que o nome “graphic novel autobiográfica” já
diz tudo sobre o que elas são, mas eu explico da mesma forma: são livros em que
o autor conta graficamente a sua própria vida, muitas vezes escolhendo um certo
lado ou assunto no qual foca. Esse é um estilo de graphic novel que eu desconhecia
completamente até pouco tempo atrás, muito provavelmente por que não são muitas
publicadas no Brasil e também porque as graphic novels no geral são pouco
divulgadas.
Bom, as duas que eu li e que eu vou comentar hoje, “Persépolis” (imagem) e “Retalhos” foram publicadas pela Companhia das Letras, editora que também tem
outros livros do estilo publicados. Para ler sobre esses dois livro clique em “Continue
Lendo”. ;)















