Bears in Trees Carol Cardozo CCEntrevista

CCEntrevista: Bears in Trees

1.10.18Unknown


Bears in Trees é uma banda de rock alternativo, de Croydon, ao sul de Londres, na Inglaterra. Formado por George Bearym Nick Peters, Iain Gillespie, Callum Litchfield e Joe Matthews ("às vezes"), a banda existe desde 2014.

Carol Cardozo CCEventos CCResenhas

Julian Casablancas + TheVoidz, no Sacadura 154

8.11.17Unknown

Fotos por Caroline Cardozo

No último dia 19, a turnê sul americana da banda Julian Casablancas + TheVoidz passou pelo Rio, junto com a banda de um homem só Promiseland e os mexicanos da Rey Pila, ambos da Cult Records, selo independente que pertence ao próprio Julian. O show era parte da turnê sul americana Hollywood Bolívar Tour.

Quando eu vi que ia ter show do Julian aqui com a TheVoidz, me tremi. Porque não tem como não me tremer ao ler o nome "Julian Casablancas". Apesar de ser uma banda diferente na sua carreira, meu lado fangirl não consegue se controlar e grita mentalmente STROKES, banda que mudou não só a minha vida (eu poderia escrever toda uma matéria falando sobre como ouvir "Last Nite" numa tarde mudou completamente o rumo da minha vida), como o rock em si nos anos 2000.

Perguntei a galera do site se alguém queria cobrir (secretamente pensando DIGAM QUE NÃO PORQUE EU QUERO IIIIR), e enfim, lá fui eu correndo depois do trabalho no último dia 19, pra ver esse show, que tinha tudo pra ser foda, mas foi um pouco decepcionante no final.



A noite começou com Promiseland. Com samples pesados e gritos, a princípio parecia meio confuso, você poderia ficar perdido sobre o que tava acontecendo, mas quando menos você percebia, já estava dançando e gritando letras que você nem conhecia há 5 minutos atrás. O australiano andava pelo palco todo, fazia acrobacias e uma hora ele começou a dançar no meio da plateia. A galera ainda não tinha chegado, estava bem vazio, mas foi divertido mesmo assim. Não poderia ter começado melhor os trabalhos e com certeza Promiseland deixou a gente contagiado e ansioso pela próxima atração.




Também da Cult Records, Rey Pila chegou com seu synth pop vindo diretamente da Cidade do México. Tirando uma pessoa ou outra que dava uns gritos mais empolgados, a maior parte da plateia não conhecia a banda também, mas isso não foi um problema. Já na metade da primeira música todo mundo já tinha sido conquistado, a banda era uma simpatia e Diego Solórzano, o vocalista, era um ótimo frontman e conduziu o show com maestria, falou que era aniversário do tecladista e todo mundo começou a cantar parabéns pro cara. Primeiro show no Rio, o público já conquistado assim, imagino que tenha sido um aniversário memorável.

Sai Rey Pila, entra o show principal da noite.Julian Casablancas + TheVoidz.

O guitarrista da TheVoidz, Jeramy Gritter

Nessa turnê sulamericana, a TheVoidz escolheu tocar músicas inéditas que serão lançadas no próximo cd, então a princípio o show foi um pouco morno no quesito de receptividade do público. Julian não estava no melhor dos humores, mas enfim, isso foi apenas Julian Casablancas sendo Julian Casablancas.

Dito isso, vamos a um incidente que eu fiquei puta pelas duas partes: um grupo de pessoas (bêbadas que nem gambá) estavam gritando pedindo músicas do Strokes. Julian foi ficando cada vez mais bolado, ele respondeu "No" e "Not gonna happen" algumas vezes. Chegou a um ponto em todo intervalo entre músicas, esse grupo gritava. Realmente, estava muito desconfortável, tinha umas meninas berrando "Aqui é show do TheVoidz, imbecil!" e eu mesma estava quase dando uma sapatada na cabeça de cada um.

Por volta de 35, 40 minutos de show, Julian terminou uma música,  jogou o microfone no chão e saiu do palco, nem um tchau ou algum sinal de que o show fosse continuar. O resto dos integrantes da banda pareceram meio confusos, mas deram um tchauzinho tímido e saíram logo depois. Inicialmente o público pensou que fosse um intervalo (já que nem tinham cantado a música mais famosa da banda, "Human Sadness"), mas quando os roadies chegaram e começaram a desmontar o palco, todo mundo ficou atônito e tentando entender o que tinha acontecido.

NÃO QUE TENHA SIDO CONFIRMADO, mas minha teoria foi que o Julian acabou se emputecendo com a galera que tava berrando pra ele cantar música dos Strokes. Essa galera estava erradíssima no rolê, porque é uma falta de respeito com o artista (que tá ali pra apresentar o trabalho de uma banda), ignorar totalmente o que o cara tá mostrando e gritando outra coisa. MAAAS, Julian tá bem crescidinho e ele fez parte de uma das bandas mais importante do rock dos anos 2000 (se não a mais importante). Um pouco de maturidade pra engolir uns sapos e seguir em frente com o show, sem desrespeitar os fãs do seu trabalho atual (e eram muitos), não ia doer.

No fim da noite, acabei indo pegar um táxi super triste pelo modo inesperado como acabou o show. Tava ali pra ver as músicas da TheVoidz, mas eu ouço Strokes há 16 anos e estava extasiada pela oportunidade de ver pelo menos o Julian ao vivo pela primeira vez. Sempre tinha dado sorte ao ver artistas que eu gostava, foram ótimas experiências. Mas dessa vez, senti na pele o ditado "Não conheça seus ídolos". Ainda não desisto, só espero que o próximo encontro seja melhor. Mas que foi amargo pra uma primeira vez, isso foi.

black sabbath CCdiário CCMúsica

O Forrest Gump do rock

24.8.17Colaboradores CC

Durante muito tempo fiquei conhecido como o verdadeiro Forrest Gump do Rock’n’Roll, principalmente por ter vivido um dos grandes momentos da história do Rock mundial (a ascensão das bandas de Seattle) e o Movimento Mangue Beat (ou Bit) em Recife (tudo isso na minha adolescência, durante a década de 90) bem de perto.

CCAnálise CCIndicação CCMúsica

Para Quem Gosta de Música: 'What Did You Expect from The Vaccines?'

13.7.17Colaboradores CC

O sentimento de nostalgia dos anos 80, por vezes, é tão grande que sentimos certa dificuldade em avaliar de modo menos rancoroso a música de péssima qualidade que chega até nós neste século. O cenário indie - se assim ainda podemos chamá-lo - passou um bom tempo sem apresentar grandes novidades agradáveis. É compreensível que deva - ou pelo menos devesse - existir uma autocrítica muito grande, afinal, estamos falando de um gênero musical com nomes brilhantes responsáveis por ótimas canções nas últimas duas décadas do século XX.

Ariel Carvalho Cícero Gabriel Ventura

Notas Brasileiras #21 - Ventre

16.1.17Ariel Carvalho

Eu sempre apresento a Ventre como a banda do cara mais bonito do Brasil, e que só canta música fantástica - e de amor.

anos 80 Begin Again CCFilmes

[Resenha] Sing Street, um filme sobre formar uma banda nos anos 80

4.1.17Dana Martins

Um filme sobre um garoto que por causa da crise no país e até dentro de família é obrigado a mudar para uma escola cristã que o lema é "seja homem de verdade". Ou seja, um bando de garotos exercendo a masculinidade tóxica ao máximo e com regras que devem seguir a risca, tipo usar tênis preto mesmo que o garoto não tenha dinheiro pra comprar um novo.

No meio disso, ele vê uma garota que sempre fica parada na rua e que não fala com nenhum dos garotos da idade dele, então ele decide ir até lá pra ser o diferentão. Ele consegue a atenção da garota com um convite para ela atuar no clipe da banda dele. O problema: ele não tem uma banda.


Carol Cardozo CCIndicação CCMúsica

Notas Brasileiras #18: Trash No Star

10.11.16Unknown



Pode não parecer, mas eu gosto muito de bandas numa vibe punk rock, o sentimento de ouvir aquela guitarra barulhenta, de sair dando chutes na porta e quebrando um monte de coisas (figurativamente, claro)... me acalma bastante AHAHAHAHAHHAHAHAHA 

JURO, EU DURMO QUE NEM UM BEBÊ OUVINDO SEX PISTOLS E COISAS DO TIPO.

Imagem verídica de mim dormindo ouvindo punk.


E gosto mais ainda quando a banda tem integrantes e vocal feminino, porque ei, REPRESENTATIVIDADE IMPORTA, NÉ NOM?

Eu entrei num vórtex da internet um dia desses, saí clicando em links dentro de páginas, e nessas páginas eu clicava em outros links que me levavam a outras páginas e por aí vai. Encontrei uma matéria na Vice sobre a cena atual do punk rock feminista em Seatle, depois fui pra uma matéria na Noisey sobre como as menina da Banana Records e da Trama estão organizando as bandas do cenário independente brasileiro só de mulheres ou com mulheres como integrantes numa planilha, e aí cheguei numa banda punk aqui do Rio, QUE VEJA SÓ, FOI CRIADA EM NILÓPOLIS, A TERRINHA ONDE EU NASCI: a Trash No Star.

Obviamente eu precisei correr atrás pra ouvir as músicas, obviamente eu precisei gritar pro mundo todo o quão tinha uma banda tão legal que vinha de onde eu vim, e obviamente eu precisei vir apresentar ela aqui no Notas Brasileiras. Eis aí as respostas deles pra nossas já conhecidas perguntas:

1 - Como vocês definiriam sua música para alguém que nunca ouviu? 
Somos uma banda dos anos de 1990 em 2016...

2 - Dentre as suas músicas, qual sua favorita? 
Muito difícil escolher a favorita... Gostamos de todas. Mas geralmente ficamos muito empolgados com a última que fizemos. quando preparamos uma musica nova ela vira temporariamente a favorita <3



3 - Como a banda se juntou? 
Eu (Leticia) e Felipe somos amigos de longa data, da época da escola ainda. Tocávamos juntos desde 2002. Decidimos continuar e montamos a Trash em 2010.

4 - Como foi o processo de definir a sua identidade sonora? 
A Trash é um desdobramento do tipo de som que gostamos de escutar (Babes in Toyland, Sonic Youth,Mudhoney, PJ Harvey, Dinosaur Jr). Não tentamos copiar nehuma dessas bandas, sempre tentamos fazer esse tipo de som sob nossa ótica, e ao longo desses anos, temos conseguindo obter êxito nessa tarefa.

5 - Uma lembrança querida da carreira? 
Show em Juiz de Fora, organizado pelo pessoal da Pug Records, com garrafas quebradas, galera enlouquecida e surf de manequim!




6 - Qual vocês acham que é a maior dificuldade do cenário musical brasileiro atualmente?
Antes, certamente poderíamos dizer que o problema eram lugares pra tocar e conseguir gravar seu som... Já passamos por essa fase... Criamos nossos próprios lugares para tocar e gravamos nossas músicas em casa, estúdios... Até o acesso a equipamentos está mais fácil. Mas hoje, sentimos que as grandes casas, produtoras, e selos/gravadoras se prendem nas mesmas bandas de sempre e não dão espaço para bandas novas. As bandas que movimentam a cena com material próprio e independente acabam caindo nas mãos de produtores exploradores e vivendo de migalhas, tocando em equipamento ruim, ou então tendo que levar o próprio equipamento. Muitas vezes (quase 99% das vezes) nem água ganham. Então, ficamos presos em nichos, tentando sobreviver criando uma grande rede de apoio mútuo, produzindo e gerindo nossos próprios eventos, gravando e divulgando nosso trabalho.

7 - Uma banda nacional que vocês acham que todos deveriam ouvir?
Como somos os dois aqui falando, vamos escolher duas: Medialunas (do Rio Grande do Sul) e Ostra Brains (RJ).



Você pode ver e ouvir mais Trash no Star no canal do Youtube deles, Soundcloud e Facebook. E AMANHÃ, dia 11/11 (cabalístico), vai rolar um show da Trash no Star, Framboesas Radioativas e Pega Monstro no Motim, aqui no Rio de Janeiro. Você pode ver mais informação no evento do Facebook.

blue CCAnálise CCCultura

Review: City and Colours

16.5.16Anônimo

No último dia 29, City and Colours desembarcou no Rio pelo segundo ano consecutivo para realização da tour de divulgação do novo CD: If I Should Go Before You. Nós fomos até o Circo Voador, na Lapa, cobrir especialmente pra ti!

Ariel Carvalho Barbie Suburbana CCIndicação

Notas Brasileiras #2 - Barbie Suburbana

26.3.16Colaboradores CC

A banda ficou em 1º lugar no programa “A Vez do Brasil”, da Rádio Cidade, por um bom tempo, deu entrevista e volta pro top 3 de vez em quando. Formada por Eric Maia, Felipe Machado, Ramon Lima e Alex Oliveira, a banda define seu som como “power surf rock alternativo”.

#NEXTGENERATIONFEST Brenda Cordeiro CCMúsica

Para quem gosta de música: There For Tomorrow

13.6.13Unknown
"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum."

Hoje: There For Tomorrow
Origem: Estado Unidos
Similares: Anarbor, VersaEmerge, Every Avenue, Fall Out Boy, Papa Roach...

Olá pessoas lindas! Hoje eu vim aqui apresentar uma banda que eu gosto MUITO e que vai chegar ao Brasil em breve: There For Tomorrow. Já ouviu uma banda que tem um som tão diferente e bom que você não consegue nem encaixar em um estilo musical específico? Esse é o caso deles.

Quer saber por que? Clique aqui embaixo!


Ai se eu te pego Anitta axé

Funk só é Funk em Inglês e Rock só é Rock em Português. Oh, wait.

21.5.13Igraínne

Olá, crianças!! Como vão? Estão bem? Eu confesso: já tive dias melhores. Como por exemplo quando eu tinha tempo para escrever mais posts –oi. Mas hoje não vamos falar da minha vidinha medíocre, hoje nós vamos falar de um assunto superinteressante, que vai fazer você balançar o popozão aloka –nn.
Hoje nós vamos falar de Funk! Pronto para se sentir num verdadeiro baile carioca? Não? Mas por que nãooo?

Enfim, o funk evidentemente vai ser mencionado – e bastante – durante todo o post, mas o texto não é exatamente sobre isso. O texto é sobre o porquê de funk só soar como funk em português e rock só soar como rock em inglês. Quédizê, é claro que essa é uma afirmação tendenciosa e você pode discordar. Mas o que eu quero trazer para vocês é a reflexão (me sinto pseudoimportante por isso).


Arthur Miller CCMúsica clube do livro

Para quem gosta de música: Twenty One Pilots

7.5.13ConversaCult
"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum." 

Hoje: Twenty One Pilots
Origem: Estados Unidos
Similares: Paramore, Coldplay, Eminem, Fall Out Boy, The Used, Phoenix, The Academy Is, McFly, Switchfoot, Alabama Shakes, Keane, Two Door Cinema Club, Panic At The Disco, Good Charlotte, All Time Low...

Tente imaginar uma música assim: Paramore, Coldplay, Eminem, Fall Out Boy, The Used, Phoenix, The Academy Is, McFly, Switchfoot, Alabama Shakes e um escritor famoso decidiram criar uma música que cada um tinha que colocar um pouco do próprio estilo. Você estará ouvindo algo parecido com Twenty One Pilots. Parecido, porque na realidade eles ainda vão mais longe. 

Continue lendo para conhecer uma das bandas mais legais (na minha opinião, A mais legal) que surgiu nos últimos tempos.


CCMúsica cherri bomb cherry bomb

Para quem gosta de música: Cherri Bomb

13.12.12ConversaCult
"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum." 

Hoje: Cherri Bomb
Origem: Estados Unidos
Similares: The Pretty Reckless, Green Day, The Runaways, Tokio Hotel, Sum 41, BarlowGirl, The Donnas, Paramore, You Me At Six, Krystal Meyers, Foo Fighters...

Essa banda eu conheci por indicação da minha amiga – sabe aquela que diz que é bom e você confia? – e ouvi pela primeira vez em uma pizzaria tamanho o ataque que ela deu. "Você precisa ouvir!!!" E ela estava certa.


avenged sevenfold CCMúsica década de 90

Para quem gosta de música: Papa Roach

11.9.12Igraínne

"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum." 

Hoje: Papa Roach
Origem: Estados Unidos
Similares: Nirvana, You Me At Six, Three Days Grace, Evanescence, Avenged Sevenfold, The Red Jumpsuit Apparatus, Sum 41, The Runaways, The Pretty Reckless e bandas de rock jovens da década de 90...

Eu conheci Papa Roach por um acaso enorme (mesmo). Acontece que tenho um amigo que sempre fica me mandando link de música - desde rock pesado até Taylor Swift - e numa dessas ele me mandou  "No Matter What", que - confesso - eu nem gostei tanto assim de início. Meu amigo ficou revoltado no estilo *como você não gostou????* e me mandou mais algumas músicas da banda. E aí eu descobri que a maioria das canções eram muito legais, e que na verdade o maior sucesso era uma exceção à regra (hoje eu até curto essa música).


banda nova blender CCMúsica

Para quem gosta de música: The Pretty Reckless

21.8.12ConversaCult
"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum." 

Hoje:The Pretty Reckless
Origem: Estados Unidos
Similares: The Runaways, Nirvana...

Faz tipo uns mil anos que eu quero falar de The Pretty Reckless aqui, mas a chance (e inspiração) só veio num dia desses por causa dos shows da banda no Brasil. Aliás, o post que nós tivemos sobre o show no Brasil era para ser um comentário aqui, mas acabou rendendo. Bem, se você não sabe nem o que é The Pretty Reckless e gosta de música, vamos continuar.
*Ali no similares são mais influências, tenho até medo de colocar algo idolatrado assim e tentarem me matar, por isso deixei só dois para dar uma ideia.


2am club Banda CCMúsica

Para quem gosta de música: 2AM Club

22.5.12ConversaCult
"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum." 

Hoje: 2AM Club
Origem: Estados Unidos
Similares: Se você souber diz nos comentários que eu também quero saber. HAUHA E não é música eletrônica, se a imagem (e o nome) der a entender...

As músicas deles sempre me chamaram atenção porque de certo modo elas não são comuns. Eles conseguem fazer algo pop sem ser o pop empacotado para vender (infelizmente, isso é que deve atrapalhar a vida deles). Ao mesmo tempo, eles fazem uma certa mistura incomum nas músicas. Para você ter ideia, olha listagem dos "gêneros" deles no Wikipédia: Pop, Rock, White Soul, Hip Hop, New Wave, Electro e Funk (não o funk batidão, gente). Já eu diria que eles são o cruzamento de uma boyband com uma banda e o hip hop.


Banda CCMúsica jennifer lawrence

Para quem gosta de música: Parachute

15.5.12Dana Martins
"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum." 

Hoje: Parachute
Origem: Estados Unidos
Similares: Switchfoot, The Afters, Augustana, Lady Antebellum, Keane, John Mayer, Colbie Caillar, Jason Mraz...

O PQGdM de hoje vem diferente, inaugurando um novo estilo de música aqui e ainda é indicação da Thais, que colaborou com o blog. O Parachute é uma banda que talvez até você lembre, mas muita gente não reparou. Um erro porque além deles terem músicas fáceis de gostar e ótimas como trilha sonora, a banda realmente cresceu com o álbum "The Way It Was". Como disse a Thais, eles "compõem músicas com melodias e letras apaixonantes" e "é uma daquelas poucas bandas que eu gosto de todas as músicas sem exceções".


CCMúsica fúria de titãs heavy rock

Para quem gosta de música: The Used

24.4.12Dana Martins
"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum." 

Hoje: The Used
Origem: Estados Unidos
Similares: You Me At Six, trilha sonora dos dois primeiros filmes de Transformers, Taking Back Sunday, The Almost, Cute Is What We Aim For, My Chemical Romance, Falling In Reverse...

A diferença do último "Para quem gosta de música" para o de hoje é tão chocante que se a pessoa mudar direto pode até ter o correspondente musical de choque térmico. The Used é muito mais força, fúria e raiva. O título de um dos singles deles, "I Come Alive", expressa bem o que é a música do The Used, mas não um "alive" estilo diva de "Domino" da Jessie J. Seria o "alive" típico de fim da guerra ou depois de matar um exército de zumbis.
"Para nós, primeiramente somos apenas fãs de música. É o que fazemos, e faríamos de graça." - Bert McCracken, vocalista do The Used.
Isso foi o que eles disseram no show que teve no Rio de Janeiro 4 anos atrás, é isso o que eles continuam dizendo nas entrevistas agora. O mais legal é que eles vieram, mostraram isso, se conectaram com o público em uma época que não era tão comum o "oh, vocês são lindos fãs brasileiros" e nem precisaram repetir os clichês de "nós te amamos" e "esse foi o melhor show de todos". Se você gosta mesmo de música, continue.


anos de fartura boneco CCSexta

Wishlist de Natal #2

9.12.11Dana Martins
por Dana Martins

Fazer uma wishlist não é fácil (ou vai dizer que você não tem uma lista gigante de coisas que quer?) e escolher só três coisas para colocar aqui exigiu muita discussão interna. Eu quero muito, por exemplo, o dvd do filme Sucker Punch. Sobre a minha lista de livros não dá nem pra comentar. Mas, bravamente, eu consegui me decidir e estou aqui para mostrar os meus três principais.

>>>Os Anos de Fartura - China 2013, Chan Koonchung 
No meio de tanto livro que eu quero acabou que esse veio pra cá, foi mais porque é uma boa forma das pessoas saberem da existência dele. A história dele é de uma China no futuro que se tornou uma líder mundial e lá é tudo muito bonito, muito legal. Nesse contexto, o escritor de livros de mistério Lao Chen decide começar a investigar o que aconteceu nos 28 dias apagados do calendário onde ocorreu a transição da China antiga para essa China-melhor-lugar-do-mundo onde todo mundo é feliz. A história em si já me chamou muita atenção, mas conseguiu despertar ainda mais por ser sobre um país que eu pouco leio, feito por um escritor de lá e ainda foi banido da China. Se visitar o link aí embaixo, vai encontrar uma sinopse mais completa.
Livraria da Folha (37,90) || Vídeo da L&PM sobre


>>>Rocksmith
Lembra do Guita Hero? Pois é, o Rocksmith segue a mesma lógica, mas com guitarra de verdade. O jogo vem com um cabo especial para você conectar a sua guitarra ao videogame e sair tocando um monte de músicas. Aqui tem a lista de músicas. Se eu começar a indicar bandas antigas, provavelmente é porque eu ganhei esse jogo. 
Saraiva (279,90)

>>>POP Marvel - Spider-man
O terceiro que eu escolhi vem da série "coisas que não servem para absolutamente nada, mas você quer mesmo assim". Esse mini homem-aranha é a coisa mais linda que tem e já está com o lugar garantido aqui do lado do outro Homem-Aranha, do Hércules e do Jimmy, o meu dragão. Só falta uma boa alma me patrocinar. HAHA
Think Nerd (59,90)



bandas can't stop won't stop CCMúsica

Pra quem gosta de música: The Maine

29.11.11ConversaCult


The Maine

O The Maine está vindo ao Brasil pela primeira vez nesse início de dezembro (2011) para shows no Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo. Se você ainda não conhece a banda, não é tarde para começar. E, mesmo que não vá aos shows, música boa nunca faz mal. 

Eu conheci o The Maine em 2007, quando eles tinham acabado de lançar o primeiro EP (Stay Up, Get Down). E na época nem dei tanta atenção. O som não era lá grande coisa. Algo bem caseiro de adolescentes. Até que, em um dia perdido, a música Count 'Em One, Two, Three me chamou atenção (eu consigo lembrar até exatamente do momento!) e comecei a acompanhar o The Maine. Depois ainda teve um segundo EP e na época saiu até um cover bem legal de “I Wanna Love You” do Akon.

Quando lançou o primeiro cd oficial, eles já eram uma banda que eu tinha um “carinho especial”. E aí foi só felicidade, né? Era uma versão bem acabada do que eu já conhecia da banda. O Can’t Stop Won’t Stop provavelmente é um dos cds que eu mais ouvi até hoje. Engraçado é que com esse também teve aquele momento “estalo”. E eu também lembro exatamente do momento: no ônibus voltando para casa, começou Into Your Arms...

Essa é uma banda que entra no grupo daquelas como Boys Like Girls, All Time Low, Never Shout Never e até um pouco Hey Monday. Todas, aliás, que fizeram show esse ano aqui no Brasil. Na lista só falta We The Kings, que vem pra cá em janeiro.

As músicas do The Maine são dentro do estilo dessas, só que puxado um pouco mais para o pop (não dançante!). Agora ouvindo o novo single deles, Some Day, me fez lembrar que eles têm um pouco de McFly também. Outro diferencial nas músicas deles, principalmente no Can’t Stop Won’t Stop, é a letra. Todas elas têm uma história interessante e algumas brincadeiras que valem a pena ("Well, I'll state something rash. She had the most amazing... smile"). Eu até poderia escrever uma fanfiction para cada uma (planos de gaveta).

Falando desse jeito parece até que eles são daquelas bandas que lançam um cd maravilhoso e depois se perdem no tempo. Pelo contrário, o segundo cd deles, Black and White, também vale a pena. Nesse cd fica claro o amadurecimento da banda e as músicas são todas bem “fechadinhas”. Em Black and White você também consegue sentir a influência de bandas mais antigas do estilo, tipo Beatles.  

INDICAÇÕES
Agora eu já falei demais e a melhor forma de continuar é com música mesmo. Além das músicas citadas aqui, você pode procurar: Everything I Ask For, I Must Be Dreaming, You Left Me, Undressing The Words, Fuel To The Fire, Right Girl… Na verdade, você deveria ouvir todo o cd. Se gosta daquelas bandas citadas, vai primeiro no Can’t Stop Won’t Stop. Se gosta de algo mais calmo com violão, mais chances de gostar mais de Black & White. 



E Some Days, música nova, para todo mundo:


Veja mais:
>>>Baixe uma música do The Maine de graça

>>>Veja quais músicas tem em cada cd

>>>Conheça também Never Shout Never

>>>The Maine Br

>>>Para quem gosta de foto: Photoshoot muito bom do The Maine

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