Nunca gostei desse contexto futurístico que envolve robôs, definitivamente não é a minha praia. Entretanto, desde que li "As Cavernas de Aço", também de Asimov, tenho conseguido desconstruir essa má impressão do mundo dos robôs. Acho que isso acontece porque diferente do que sempre esbarro, ele lida mais com as ideias do que com conflitos diretos. Não suporto aquela algazarra de combate entre elemento A e elemento B, mas quando o autor brinca com as leis da robótica e te induz a questionar a existência de um robô, isso me fascina.













