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Dana Martins
Queerbaiting não é sinônimo de qualquer rep LGBT+ ruim
29.6.17Dana Martins
Queerbaiting é um problema sério que acontece com representatividade LGBT+, mas dizer que qualquer coisa é queerbaiting não ajuda ninguém. Hoje eu vi um texto sobre o Poe e o Finn de Star Wars que me fez ficar pensando e decidi compartilhar aqui. (era pra ser uma thread no twitter, mas..)
13 Reasons Why
Destiel
faberry
Queerbating e a representatividade ruim = minha raiva.
23.5.17Jota AlbuquerqueSe passou um pouco mais de um mês desde que meu primeiro texto foi publicado aqui, então decidi voltar com o mesmo tema, Queerbating. E se não sabe de qual texto estou falando, é o sobre Destiel.
E lembrei agora que essa semana eu queria escrever um post sobre bissexualidade, porque... por que é tão difícil entender o que é ser bissexual? Sério, é bizarro. Na lógica, é simples: pessoas que sentem atração por mais de um gênero. Caramba, qual a dificuldade de entender? Tem todo tipo de gente que a pessoa olha e pode ter vontade de ficar, e isso não depende de gênero. Viu um homem que gostou? Wow. Viu uma mulher que gostou? Wow. Onde tá a dificuldade nisso?
Captain Marvel
carol danvers
CCSexta
6 personagens que me representam e como eles me transformaram
1.5.15Dana Martins
Estou fazendo a estreia da sexta temática de maio, onde alguns de nós vamos falar sobre personagens que nos representam e como eles nos transformaram.
Um texto ou uma história sobre os meus 10 anos lendo fanfiction e como é voltar para esse mundo depois de alguns anos longe. O que mudou? Ou o que eu mudei? Ou o que continua o mesmo? E a minha surpresa com as realidades alternativas. Também é uma conversa legal sobre aprender a escrever e o que as fanfics podem nos ensinar, quase incluí esse post no Clube de Escrita, mas fiquei na dúvida e deixei pra lá. Boa leitura. :)
Esse é um trecho da minha newsletter Hora da Conversa, onde eu reflito sobre o que acho que é natural pra mim ("meu gosto pessoal") e o meu preconceito. Decidi trazer pra o blog porque eu falo sobre conceitos que são importantes pra nossas conversas sobre representatividade e minorias. O foco é em cantores negros, mas pode ter certeza que isso serve para qualquer minoria ou diferença cultural. Até entre você e os seus pais!
2014
a bela e a fera
A menina que roubava livros
5 posts mais visitados do CC em 2014
25.1.15Dana MartinsAgora que é início de ano nós estamos aproveitando para ver todo o apanhado do que aconteceu em 2014 para ver como melhorar daqui pra frente. Tem sido SURPREENDENTE. Tem ideia de que de 2013 pra 2014 o CC dobrou de tamanho? Eu não tinha, descobri esses dias. Nós também mudamos muito como escritores e na organização interna do blog. Tava vendo uns posts antigos de 2013 e as tags estavam uma bagunça. Não sei como a gente vivia.
E aqui tá a lista dos posts mais vistos de 2014...
*entra no palco meio bêbada*
Sejam bem-vindos, novamente, à melhor premiação do mundo, o CCAwards. Se você não faz ideia do que é o CCAwards o problema é seu, pesquisa e se vira… AI, JOÃO, LARGA ESSE DRAGÃO. TÔ SÓ BRINCANDO. *apagando o fogo na barra do vestido* A pessoa nem sabe brincar e fica ameaçando os outros com dragões, parece até a Daenerys. *olhar repreendedor*
O CCAwards é a premiação onde a equipe do ConversaCult escolhe os melhores do ano, dentro de quatro categorias, e vocês, leitores, podem votar e escolher o grande vencedor. Depois de todo esse blá blá blá, vamos ao que interessa.
Entra no palco Doctor Who para apresentar a segunda categoria da noite: Melhor Série.
CCAnálise
CCSéries
Dana Martins
A 2ª temporada de Faking It foi maravilhosa, incrível e tudo que tinha pra ser
27.11.14Dana Martins
E eu não estou em negação.
Falando sério, eu decidi usar esse título porque eu percebi que muita gente já conclui o que eu achei pelo início, e por causa do episódio do Brasil a série ficou com uma má fama desnecessária. É até curioso que seja uma série sobre se descobrir e descobrir o que está por baixo dos rótulos, lidar com mentiras, máscaras e a verdade, enquanto todo mundo escuta uma palavra e já assume o resto. CANSEI DISSO. CANSEI. Tá, parei. HAUAUH Mas então, dito isso, quero terminar essa introdução dizendo que não basta um parágrafo para resumir o que aconteceu aqui. Por isso eu estou fazendo essa análise para discutir a 2ª temporada. Boa leitura.
Versão resumida: Faking It é importante, vá assistir. Boa noite.
Então, eu estava aqui me encolhendo no cantinho e lutando pra decidir se escreveria ou não sobre o terceiro episódio de Faking It (2.03 - Lust in Translation), então a Sarah disse que queria saber a minha opinião. Para situar, esse é o episódio que um ônibus cheio de brasileiros chega na Hester School para ajudar os personagens a lidarem com seus desejos sexuais. O que eu achei desse episódio?
Eu sei que em breve algumas pessoas vão se perguntar exatamente isso: O que é intersexo? E como o número de fontes sobre isso em português é quase nulo, eu decidi traduzir esse FAQ que explica de forma simples e direta o que é intersexo e ainda nos livra de confusões, como com a palavra hermafrodita. Mais do que isso, esse texto abre espaço para uma discussão bem maior:
Será que a ciência tem mesmo uma definição de quais características físicas determinam que alguém é do sexo masculino e alguém é do sexo feminino?
Além disso, de quebra é um FAQ bem pés no chão que explica a importância de entender as histórias de pessoas diferentes de você.
1ª temporada
2014
2ª temporada
O triste é que a Karma só é cega. Quem sofre de negação mesmo é a Amy
23.9.14Dana Martins
O que esperar da 2ª temporada de Faking It???
HOJE É DIA DE FAKING IT, BEBÊ! 50 anos depois de uma espera sofrida até a segunda temporada... Tá, nem tanto. Eu mal tive tempo de respirar e hoje, 23 de setembro, já estão me atacando com um novo episódio. Pra comemorar eu tive que vir escrever mais um texto. (eu não sei se eu deveria comemorar ou chorar e vocês sabem o que isso pode significar pra o CC) O que eu vou falar hoje?
Eu acho que na 2ª temporada nós vamos repensar a posição da Karma nisso tudo, então rever a 1ª temporada da perspectiva dela é um bom esquenta.
bissexuais
CCAnálise
Dana Martins
Nova série da MTV Faking It está mudando a representação queer na TV
24.6.14Dana Martins
A comédia-dramática adolescente – sobre duas garotas que fingem ser lésbicas – foi de início alvo de críticas, mas a série aproveita a confusão da adolescência para abordar amplamente as camadas da sexualidade.
Oi, galera! Hoje trazemos a tradução de um texto sobre o que Faking It significa para a representatividade LGBT+. Não é só uma análise legal, como foi indicada e traduzida pelo lindo do Igor, como uma colaboração ao nosso mês LGBT+ (nunca é tarde, né?).
Terça-feira E É DIA DE- Não, pera. A primeira temporada acabou, mas o vício não. Hoje já assisti G.B.F. - filme roteirizado pelo George Northy, que faz parte da equipe de escritores de Faking It, e protagonizado pelo Michael Willett O NOSSO SHANE!!! E agora...
Quando eu fiz a análise da finale de Faking It, eu também falei sobre a última cena, mas achei que ela merecia um post separado. Ela não é só uma cena que conclui de forma exemplar a primeira temporada da série, ela também levanta muitos questionamentos. Dos fãs que se irritaram, o maior problema é sobre o que essa cena significa para a representatividade LGBT+ da série e da televisão no geral. Faking It estava fingindo esse tempo todo?
Quando eu fiz a análise da finale de Faking It, eu também falei sobre a última cena, mas achei que ela merecia um post separado. Ela não é só uma cena que conclui de forma exemplar a primeira temporada da série, ela também levanta muitos questionamentos. Dos fãs que se irritaram, o maior problema é sobre o que essa cena significa para a representatividade LGBT+ da série e da televisão no geral. Faking It estava fingindo esse tempo todo?
Amy Raudenfeld
Burnt Toast
CCAnálise
Análise da incrível finale péssima de Faking It
10.6.14Dana Martins
Já que esse é o mês do John Green, então coloquei essa imagem com fundo verde!!! Mentira HUAHUAH
Vou começar esse post com uma citação do John Green, "Meus pensamentos são estrelas que eu não consigo arrumar em constelações." Ontem eu tive um surto e escrevi tudo o que eu pensava sobre a finale de Faking It, imaginando que eu seria capaz de fazer um post legal para hoje, mas já são 20 da noite 21 da noite e eu to quase surtando porque eu não consigo organizar as ideias de forma melhor (ou seja, escrever um texto mais direto e curto para vocês). Então eu decidi postar tudo isso de uma vez, porque eu acho legal dividir essa análise com as pessoas que vão assistir a série e começar a ter ataques por causa do que aconteceu - ou aqueles que ainda não se recuperaram.
O final de Faking It não é feliz, mas é incrível. E aqui está por quê:
Faking It mal lançou e já tem um histórico polêmico e reuniu um fandom apaixonado, mas a série corre risco de ser inovadora demais para o conservadorismo da televisão e ainda não tem futuro garantido. Resultado: os fãs fazem uma enxurrada de listas de motivos para convencer as pessoas a assistirem. Se eu fosse resumir o que dizem, seria: "TEM LÉSBICAS. ASSISTAM!"
Mas... NÃO. Não me representa, #nãoésópor02lésbicas. A série tem muito mais coisas legais e é isso que eu vou mostrar nesse post.
Tanner Daniels e seus amigos vivem à margem da sociedade escolar em uma instituição dominada por três garotas que disputam o controle e o título de Rainha do Baile. Caprice Winter, a talentosa rainha do auditório, ‘Shley Osgoode, a simpática Mórmon que comanda os religiosos e Fawcett Brooks, rainha dos populares e ricos. Só que Brent, o melhor amigo de Tanner, não está satisfeito com essa situação. Ele planeja entrar no radar social da escola ao se tornar o primeiro homossexual assumido e disputar a atenção das três meninas, desejosas por um “Melhor Amigo Gay”. Só que, por acidente, é Tanner quem acaba sendo revelado para a escola toda e agora tem de lidar com três rainhas querendo sua amizade só por causa do seu rótulo.
G. B. F. é isso e muito mais. Eu não conseguiria resumir a genialidade deste filme em apenas um parágrafo nem se eu quisesse, e é por isso que eu selecionei sete pontos que vão ajudar você a entender por que ele é tão, mas TÃO LEGAL!
VEM, GENTE!
CCDicas
CCListas
CCSociedade
Questionando: Por que nós não conversamos com nossos pais sobre certos assuntos?
13.5.14Dana Martins
A gente pode até começar uma conversa explícita sobre os 51 tons de cinza da sexualidade aqui no CC, mas eu fico cansada só de pensar em conversar algo parecido dentro de casa. E não sou só eu. Minha amiga se referiu a Faking It como uma série que é pra "amar calado", a nossa ideia de fazer entrevistas com mamães sobre LGBT+ foi por água abaixo quando não encontramos mães disponíveis e uma das pessoas mais militantes na causa que eu conheço esses dias me disse "agora, minha mãe super não daria uma entrevista."
Nossas conversas e tentativas falhas nos levaram a perceber 10 problemas principais que dificultam a relação entre pais e filhos.
CCAnálise
CCSéries
Dana Martins
Análise: Faking It é uma série muito boa e... talvez muito ruim?
28.4.14Dana Martins
Você já conhece Faking It? Uma nova série da MTV que acabou de sair e já está vencendo o tumblr. Não é difícil imaginar o motivo, é a velha história da garota excluída querendo ser popular com uma reviravolta: ela faz isso fingindo ser lésbica com a melhor amiga. E quando o episódio piloto começa, fica claro que não é apenas isso. Faking It é como se o tumblr virasse uma escola e, é claro, isso inverte o que é considerado popular. Os gays, artistas e feministas estão no topo de popularidade escolar.
Mas... E se tudo der errado?



















