Caso você não tenha entrado na internet pelo último mês, você perdeu a maior reviravolta desse início de século. Poderíamos classificar a situação como RevoluçãoTM. E com as eleições se aproximando aí, nesse mês de Outubro, é importante que você entenda qual é essa treta que deu na internet e seus porquês, uma treta que quase derrubou a carreira da cantora Anitta, já atingiu um patamar internacional e, também, está organizando milhares de passeatas por todo o Brasil.
CCIndicação
CCSéries
filosofia
[CCIndicação] Merlí é uma série extremamente representativa que merece o mundo
14.7.18Jota Albuquerque
Se você tem Netflix, alguma vez deve ter cruzado com a imagem que está na capa, e caso nunca tenha se perguntado do que se trata a série, agora você vai querer saber. E se você já se perguntou, ou questionou se valeria a pena ver, eu vou responder essa pergunta também, mas antes, vamos à minha história com essa série que só tem três temporadas.
assédio
assédio sexual em espaços públicos
CCConversa
Sendo hétero ou não, sem consentimento ainda é assédio
26.4.18Jota Albuquerque
Uma das diversas coisas que ouvimos no Carnaval (e outras vezes ao redor do ano) é sobre assédio. Mas tirando os casos de hétero cis assediando (que são a maioria), tem gay que também faz isso, seja pegando nos peitos, levantando a saia da pessoa pra elogiar a bunda ou dando selinho não pedido/consentido.
Bruno Peçanha
CCConversa
CCSociedade
Por que é OK que uma ''minoria'' tenha orgulho de ser o que é?
14.4.18Colaboradores CC
Vamos a uma explicação mais elaborada. Quando nós tocamos no assunto "minoria", de um ponto de vista social, estamos falando de uma parcela do povo que vive e funciona em desvantagem em relação a um outro grupo social, historicamente falando. Então, sim, as minorias são pessoas fora do "padrão social de aceitação", como mulheres (em relação a homens), pretos (em relação a brancos) e a galera LGBT (em relação aos heterossexuais).
CCdiscussão
CCSociedade
Friends
Ross é um personagem (extremamente) problemático
4.4.18Jota Albuquerque
Em Janeiro eu comecei a ver Friends na íntegra, finalmente depois de tantos anos com o box completo acumulando poeira no meu quarto, e já tinha um tempo que eu tinha lido uns textos (1, 2, 3) sobre o Ross ser problemático e sinceramente? Eu já fiquei com o pé atrás em relação à ele. O que só se confirmou ser o melhor feito meu em relação à série. E eu te peço do fundo do meu coração: se você gosta dele e vai proteger ele sem antes ler esse texto de mente aberta e notar que apesar do seu amor por ele, ele tá cheio de falhas e coisas que poderia ter feito melhor, então vai pra outro lugar, fazer outra coisa, quem sabe pular de paraquedas, comer sorvete, ver filmes... Só não ataca antes de tentar entender. Dado o pedido, VAMO NESSA!
Veja bem, o tema principal desse post é o do título, mas eu vou falar de várias coisas sobre ser pai e tudo que alguns amigos vivenciam.
CCAnálise
CCConversa
CCSociedade
Mini Posts: Que tipo de masculinidade eu quero?
18.9.17Jota Albuquerque
Após uma madrugada acordado escrevendo e vagando pelo facebook, eu vi um vídeo maravilhoso de um garoto trans, e já fiz um texto baseado nesse vídeo, mas com esse eu quero falar de outro assunto, no caso, a masculinidade e como eu a desejo... Como nós deveríamos desejar ela.
abuso sexual
Andressa Faria
CCdiscussão
A quem serve a vítima de abuso que só sofre?
10.9.17Colaboradores CC
Andressa Faria
CCSociedade
colaborador
Eu não me sinto atraído por mulheres gordas. E agora, sou obrigado a gostar delas?
29.8.17Colaboradores CC
CCConversa
CCSociedade
friendzone
Friendzone: amizade não é troféu pra alguém ficar com você.
8.8.17Jota Albuquerque
O que mais me irrita no Facebook é homem cis enchendo o saco porque uma amiga dele que ele gostava não quis ficar com ele. Daí o que o ser humano faz? Xinga, xinga, esculacha.
Eu vi um vídeo numa madrugada que me pôs para pensar bastante. O vídeo mostrava um garoto trans contando da vida dele e sobre a masculinidade e como foi para ele ter vivido durante 18 anos como uma mulher, por mais que não fosse uma.
Ultimamente, após o programa do Silvio Santos em que Maisa é exposta à uma situação no mínimo horrível e, após se defender, Maisa foi muito criticada nas redes sociais.
"Gostosinha", "Gatinha", "Novinha"...
Essa novinha é uma criança, cara! E mesmo que não seja, isso é horrível, ridículo e humilhante. Assédio não é engraçado, não é legal, não é uma cantada. É babaquice, é nojento.
Depois de ter feito o texto de 13 Reasons Why: Vale a Pena?, eu olhei para a tela e deixei esse – que esta sendo postado agora – para outro dia, e então os dias passaram e eu só me lembro da semana de aula e de provas intermináveis. Uma dessas provas me deu a minha maior chance, era a de Artes, e pensando nisso de suicídio e estupro, a questão bônus que servia para dar sugestões para as aulas, coisas que nós gostaríamos de fazer, e como eu havia conversado com uma das chapas do grêmio já sobre a campanha deles de anti-bullying para incluir uma campanha sobre suicídio, eu coloquei que uma sugestão era fazermos uma campanha de conscientização de estupro e suicídio.
A sua análise de representatividade porque... por que não? Como a Ariel já fez a resenha de Guardiões da Galáxia Vol 2 que diz o que eu achei, vou deixar aqui meus pensamentos sobre representatividade no filme. Não só da mulher, mas o filme me fez pensar em uma coisa especificamente sobre a representatividade da mulher.
CCAnálise
Dana Martins
feminismo
10 pontos que influenciam na análise de representatividade
11.4.17Dana Martins
Um texto em homenagem a quem tá cansado daquelas histórias de sempre e quer empoderar minorias. Como saber se as histórias são positivas? Com o tempo eu fui percebendo que existem fatores diferentes que influenciam a representatividade. Não basta, "ah, é um personagem legal" ou "EXISTE UM PERSONAGEM DE MINORIA AQUI, YEEY, TÁ ÓTIMO!!". É importante analisar de acordo com perspectivas diferentes, aqui estão 10 delas.
feminismo
machismo
Mini Posts
Você sempre escuta homem dizer: eu respeito mulher agora porque eu tenho uma filha
24.8.16Dana Martins
mas mulher nunca diz coisa tipo "eu odiava homem até ter um filho"
..interessante.
..interessante.
CCAnálise
CCConversa
CCCultura
Dia com Karol Conká Parte II: O lado desalmado da realidade
14.5.16Anônimo
Estou com medo de escrever sobre isso, medo mesmo. Não é pena, nem dó, é tristeza por reconhecer pessoalmente uma realidade racista e opressora. Tristeza por, indiretamente, fazer parte disso. Tristeza porque isso é errado.


















