Anthony Doerr CCLivros CCResenhas

Toda Luz Que Não Podemos Ver, de Anthony Doerr

13.11.15Isabelle Fernandes

Esse é aquele tipo de livro que não importa onde você vá, alguém que já leu aparece e diz "AI É MARAVILHOSO". Aquele tipo de livro que as pessoas falam tão bem que você se empolga e fica ansiosíssima pra ler. Aquele tipo de livro que quando você finalmente o tem em mãos e começa a leitura, começa a se perguntar "tá...cadê toda a maravilha?".

Certamente serei crucificada por essa resenha, mas a verdade é que Toda Luz que Não Podemos Ver foi uma verdadeira frustração pra mim. Tinha altas expectativas e uma sinopse que dava a entender uma coisa que jamais aconteceu, o que é claro foi a principal fonte da minha frustração. Querem saber por quê? 

Então vambora.

Anthony Doerr CCLivros ficção

Meus personagens favoritos em Toda Luz que Não Podemos Ver

3.11.15Isabelle Fernandes

Quando eu abri o email da Intrínseca falando da Semana especial sobre Toda Luz que Não Podemos Ver senti o cheiro da oportunidade. O Diego, que é responsável pela parceria, tinha recebido o livro faz um tempo e eu fiquei ENLOUQUECIDA, já que estava com vontade de ler desde a última Turnê Intrínseca. Mas né, o bicho é enorme, então fiquei de receber quando o Diego viesse pra Bienal e depois disso vários livros foram passando a frente, fazendo com que o pobrezinho ficasse lá, largado. Então, como vocês podem ver, esse email foi a oportunidade batendo na minha porta HAHSHSAHS.

Resumindo bem, o livro conta a história de Marie-Laure LeBlanc, uma menina francesa que perdeu a visão aos 6 anos e Werner Pfenning, um menino alemão extremamente talentoso que vive em um orfanato com a irmã mais nova. Os dois vivem em plena Segunda Guerra Mundial e suas vidas são marcadas de várias formas por esse que pra nós agora é um momento da história, mas pra eles foi a sua realidade. Estou perto do final, e definitivamente já tenho meus personagens favoritos (e alguns que acho meio ok). Vamos lá, então?

SEM SPOILERS. PODE VIR

Big Hero 6 CCCuriosidade Dana Martins

Por que sentimos dor no peito quando quebramos o coração?

4.5.15Dana Martins

Outro dia eu li uma história tão triste que esmagou meu coração. Tipo, literalmente. Essa é uma reação física real quando você se sente mal. É claro que eu não sabia na hora, apenas estava tentando descobrir uma forma de respirar e de como fazer meu peito parar de doer, então.. por que não pesquisar o motivo do nosso peito doer quando a gente "quebra o coração"?



CCdiscussão CCSociedade Dana Martins

Pra que ficção se eu tenho a realidade?

30.4.15Dana Martins

“Se eu já tenho essa realidade pra que eu preciso de um mundo fictício?” um cara disse enquanto passava pela parte de videogames da loja, explicando por que ele não joga.

Bem, com realidades fictícias você já aprenderia que não existe uma só realidade, e isso já é um bom motivo pra “precisar de mundos fictícios”.



a culpa é das estrelas CCAnálise CCLivros

O que A Culpa é das Estrelas nos mostra sobre a importância da ficção

25.6.14paulo

“A Culpa é das Estrelas” está nos cinemas e resolvi reler o livro para ter todos os sentimentos outra vez - e não é que acabei percebendo coisas novas? Já fiz duas resenhas do livro anteriormente (confira aqui e aqui), e dessa vez volto para fazer uma análise. Sempre pensei que eu e a Hazel pertencêssemos a mundos completamente diferentes, mas não é bem assim. Temos uma relação muito similar com a ficção, continue lendo o post para saber o por quê. 

50 conversinhas CCLivros CCResenhas

[Resenha] Encantos do Jardim, de Sarah Addison Allen

19.3.13ConversaCult
por Isabelle Fernandes
- Livro: "Encantos do Jardim"
- Livro Único
- Autora: Sarah Addison Allen
- Editora: Rocco
- Comprar: Submarino
- No skoob











Mini-crítica - Resumo: 
Encantos de Jardim conta a história de duas irmãs que se tornaram muito diferentes entre si, mas que partilham da mesma origem e do mesmo passado complicado que se reencontram novamente, após 10 anos de afastamento. Além delas há Evanelle, uma prima distante e companheira que possui um dom curioso, Tyler, um professor recém-chegado e confuso que se vê enfeitiçado por uma das irmãs e o famoso jardim dos Waverley, reverenciado e temido pela pequena cidade de Bascom por conta de suas... particularidades.

Este é um daqueles livros que quando você termina de ler, ainda é capaz de sentir um pouco da doçura que ele passou ao logo da história (mas nada muito melado, risos). Além, é claro, de te deixar louco para experimentar algumas das flores comestíveis do jardim de Claire.

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.