500 Dias Com Ela Begin Again CCAnálise

Por que as pessoas ficam cantando em musicais?

26.9.14ConversaCult
eu ter colocado essa imagem da Katie Stevens pode ter ou não a ver com a nova temporada de Faking It....

Lembro até hoje do que eu disse para minhas amigas depois de assistir Fantasma da Ópera (musical). "É até legal, mas eles cantam demais." Foi muito legal delas não me responderem: "É por isso que é chamado de musical, Dana." Porque é lógico, não é? Não. Nem um pouco, pra falar a verdade. 

Hoje eu vou falar sobre tipos de filmagens (formas de criar arte) e por que é difícil entender toda essa cantoria em musical. 


a importância de estar vivo e fazer as coisas CCAnálise CCFilmes

Por que O Doador de Memórias é uma distopia diferente e o que ele me ensinou sobre a importância de estar vivo e fazer as coisas

22.9.14Anônimo

“[...] eu acho que O Doador de Memórias não chega aos pés dessas outras distopias mas também não precisa chegar, porque a história é outra.” – MARTINS, Dana
Quando li essa frase, uma profusão de sentimentos eclodiu dentro de mim. Não parecia certo afirmar algo assim. O Doador de Memórias me comoveu de uma forma que Divergente ou Jogos Vorazes algum foi capaz de fazer – não que seja minha intenção comparar filmes para encontrar o melhor. Isso é redutivista e ineficiente, visto que as histórias têm propósitos diferentes. Mas eu precisava entender o que tornou esse filme tão especial para mim. Depois de refletir um pouco, acho que encontrei a resposta, e ela flerta com outro trecho do post da Dana:

“A história me fez pensar na importância de estar vivo e fazer as coisas.” – MARTINS, Dana

Mas calma aí, vamos por partes. (P.S. Esse texto parte do pressuposto de que você viu o filme. Ele contém spoilers. Inclusive de Jogos Vorazes)



adaptação Brenton Thwaites CCFilmes

O que eu recebi de O Doador de Memórias

20.9.14Dana Martins

Como eu me senti assistindo: Today I felt a switch in my veins (Segundo o Vagalume: "Hoje senti uma energia nas minhas veias")

O filme começa com letras brancas em um fundo preto tipo Jogos Vorazes, mostrando o contexto da história. Em seguida, como Divergente, o protagonista começa a narrar a história enquanto nós observamos a sociedade futurista desse universo. Se as semelhanças te incomodaram, elas não acabam aí. Durante toda a introdução do filme foi difícil se livrar das comparações. Isso é Jogos Vorazes? Divergente? Harry Potter? The Last Airbender? The Legend of Korra? Até de Destino, da Ally Condie, que ainda não foi adaptado eu lembrei. O pior: é como um filme da onda distópica com o mesmo menino-protagonista do velho YA de sempre, se o nome dele fosse Harry Potter ou Percy Jackson não mudaria.... O que temos de novo aqui?