a importância de estar vivo e fazer as coisas
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Por que O Doador de Memórias é uma distopia diferente e o que ele me ensinou sobre a importância de estar vivo e fazer as coisas
22.9.14Anônimo“[...] eu acho que O Doador de Memórias não chega aos pés dessas outras distopias mas também não precisa chegar, porque a história é outra.” – MARTINS, Dana
Quando li essa frase, uma profusão de sentimentos eclodiu dentro de mim. Não parecia certo afirmar algo assim. O Doador de Memórias me comoveu de uma forma que Divergente ou Jogos Vorazes algum foi capaz de fazer – não que seja minha intenção comparar filmes para encontrar o melhor. Isso é redutivista e ineficiente, visto que as histórias têm propósitos diferentes. Mas eu precisava entender o que tornou esse filme tão especial para mim. Depois de refletir um pouco, acho que encontrei a resposta, e ela flerta com outro trecho do post da Dana:
“A história me fez pensar na importância de estar vivo e fazer as coisas.” – MARTINS, Dana
Mas calma aí, vamos por partes. (P.S. Esse texto parte do pressuposto de que você viu o filme. Ele contém spoilers. Inclusive de Jogos Vorazes)




