a importância de estar vivo e fazer as coisas CCAnálise CCFilmes

Por que O Doador de Memórias é uma distopia diferente e o que ele me ensinou sobre a importância de estar vivo e fazer as coisas

22.9.14Anônimo

“[...] eu acho que O Doador de Memórias não chega aos pés dessas outras distopias mas também não precisa chegar, porque a história é outra.” – MARTINS, Dana
Quando li essa frase, uma profusão de sentimentos eclodiu dentro de mim. Não parecia certo afirmar algo assim. O Doador de Memórias me comoveu de uma forma que Divergente ou Jogos Vorazes algum foi capaz de fazer – não que seja minha intenção comparar filmes para encontrar o melhor. Isso é redutivista e ineficiente, visto que as histórias têm propósitos diferentes. Mas eu precisava entender o que tornou esse filme tão especial para mim. Depois de refletir um pouco, acho que encontrei a resposta, e ela flerta com outro trecho do post da Dana:

“A história me fez pensar na importância de estar vivo e fazer as coisas.” – MARTINS, Dana

Mas calma aí, vamos por partes. (P.S. Esse texto parte do pressuposto de que você viu o filme. Ele contém spoilers. Inclusive de Jogos Vorazes)



adaptação Brenton Thwaites CCFilmes

O que eu recebi de O Doador de Memórias

20.9.14Dana Martins

Como eu me senti assistindo: Today I felt a switch in my veins (Segundo o Vagalume: "Hoje senti uma energia nas minhas veias")

O filme começa com letras brancas em um fundo preto tipo Jogos Vorazes, mostrando o contexto da história. Em seguida, como Divergente, o protagonista começa a narrar a história enquanto nós observamos a sociedade futurista desse universo. Se as semelhanças te incomodaram, elas não acabam aí. Durante toda a introdução do filme foi difícil se livrar das comparações. Isso é Jogos Vorazes? Divergente? Harry Potter? The Last Airbender? The Legend of Korra? Até de Destino, da Ally Condie, que ainda não foi adaptado eu lembrei. O pior: é como um filme da onda distópica com o mesmo menino-protagonista do velho YA de sempre, se o nome dele fosse Harry Potter ou Percy Jackson não mudaria.... O que temos de novo aqui?


CCLivros Dana Martins destino

Três livros sobre... sociedades distópicas

24.7.12ConversaCult


Heey! Mais indicação de distopia aqui no CC. Nós adoramos e sempre acabamos falando disso, então um "Três livros sobre..." é mais do que válido, né? Se você fica perdido na definição de distopia (todo mundo fica, até porque não existe algo certinho), nós já falamos no Centro de Treinamento e fizemos um post em que a autora Julie Kagawa ajuda a diferenciar Distópico de Pós-Apocalíptico. Além disso, esse mês está acontecendo a Dominação Distópica lá no NUPE, se você ainda não viu, corre lá.
*Essa é uma coluna da Iris Figueiredo no Literalmente Falando, chamada 'Três livros sobre...', que nós estamos usando aqui no blog. O primeiro foi Três livros sobre... amor, feito por todos da equipe do blog.