CCSéries chris colfer darren criss

6 motivos para (voltar) a assistir Glee

1.2.15paulo

Em sua última temporada, Glee surpreendeu todos os fãs: após vários momentos ruins, a série voltou muito bem e merece sua atenção. Neste post, explico por quê. 

Depois de ter estreado em 2009 como uma série muito relevante para a cultura pop, Glee foi, aos poucos, perdendo destaque. A história desandou de vez na quarta temporada, quando o tempo de tela foi dividido entre Nova York e Ohio e novos personagens nem um pouco cativantes surgiram. As dificuldades continuaram no ano seguinte, cheio de dúvidas sobre os caminhos da série, já que a triste e chocante morte do Cory Monteith, que interpretava o Finn, havia abalado tanto a equipe quanto os fãs.

Até que a sexta temporada estreou. Com um público sem nenhuma expectativa e jogada para um dos dias de menos audiência na TV americana, Glee ressurgiu das cinzas para os treze episódios que finalizarão a série. Glee voltou, e voltou muito bem. Se tiver alguma dúvida, continue lendo, lhe darei 6 motivos para voltar a assistir Glee!


CCAnálise CCSéries CCSexta

Questionando: Glee é um bom exemplo de representatividade LGBT+?

30.5.14paulo

Para a última sexta de maio preparamos o primeiro de uma série de posts que analisam como os seriados atuais representam personagens não heterossexuais e/ou cisgênero. Em breve vamos falar sobre “Looking” e “Faking It”, mas começamos com uma que já foi a queridinha de muita gente: Glee. 

No ar desde 2009, Glee é uma série que não precisa mais de grandes apresentações. Com sua sexta e última temporada marcada para 2015, a comédia musical tem passado por vários problemas e encarou uma audiência extremamente baixa ao longo da sua temporada mais recente. Apesar dos pesares, não podemos negar que a série teve sua importância, inclusive na representatividade LGBT+. Mas nem tudo foi perfeito e muitas vezes Glee errou, não passando da intenção de representar personagens de uma boa forma.