por Dana Martins
- Livro único
- Autor: George Orwell
- Editora: Companhia das Letras
- Autor: George Orwell
- Editora: Companhia das Letras
- No skoob
Mini-crítica - Resumo:
Quem gosta de distopias com certeza já ouviu falar de "1984" do George Orwell. Se não... Como assim? Esse livro é o pai da literatura distópica! Lançado em 1949, durante o perido depressivo pós-Segunda Guerra Mundial, o autor criou uma história analisando o mundo e expressando sua descrença com o caminhar da humanidade. Calma, ainda não é hora de julgar!
Nessa versão distópica do futuro, o protagonista é Winston, um funcionário do Ministério da Verdade que insatisfeito com a vida acaba se arriscando pela esperança. Como? Ele começa a escrever. E pensar. E questionar. Algo está errado nesse mundo - como em um país que se diz ótimo ele não se sente feliz e não tem nem meios de expressar sua insatisfação? Aliás, o que é realmente verdade no meio disso tudo? E há alguma saída? Quando Winston se apaixona por uma mulher e os dois começam a quebrar as primeiras regras juntos, descobrem que talvez possam ir muito mais além.
Se você já recebeu uma tijolada na cabeça (espero que não), você tem ideia do que "1984" é. Talvez acrescente um slow motion: você parado, vendo o concreto vir na sua direção, tão devagar que dá tédio, até que ele acerta a sua cara e você é abandonado no chão pra sangrar sozinho. Eu só consigo definir assim a sensação de ler "1984."
Nessa versão distópica do futuro, o protagonista é Winston, um funcionário do Ministério da Verdade que insatisfeito com a vida acaba se arriscando pela esperança. Como? Ele começa a escrever. E pensar. E questionar. Algo está errado nesse mundo - como em um país que se diz ótimo ele não se sente feliz e não tem nem meios de expressar sua insatisfação? Aliás, o que é realmente verdade no meio disso tudo? E há alguma saída? Quando Winston se apaixona por uma mulher e os dois começam a quebrar as primeiras regras juntos, descobrem que talvez possam ir muito mais além.
Se você já recebeu uma tijolada na cabeça (espero que não), você tem ideia do que "1984" é. Talvez acrescente um slow motion: você parado, vendo o concreto vir na sua direção, tão devagar que dá tédio, até que ele acerta a sua cara e você é abandonado no chão pra sangrar sozinho. Eu só consigo definir assim a sensação de ler "1984."
Se quiser entender mais, vem comigo para a resenha completa!

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