Star Wars fez mais parte da minha vida que qualquer outra obra. Eu cresci assistindo aos filmes e, foi com oito anos, que passei a esperar ansiosamente por uma continuação que só veio a acontecer em 2015, após a compra da Lucasfilm pela Disney. Algo que eu sempre quis foi ver uma mulher Jedi como protagonista e “O Despertar da Força” não só realizou esse meu sonho, como trouxe outros novos personagens, além da Rey, pelos quais também me apaixonei: BB-8, Finn, Poe Dameron – ainda que o personagem do Oscar Isaac só tenha vindo a ter maior destaque no filme seguinte.
Uma ideia popularmente romantizada é a de que “o amor vence tudo” e quanto mais penso a respeito, mais problemático me parece. Óbvio que ótimas histórias já surgiram desse argumento. Porém, em um cenário em que, cada vez mais, a questão dos relacionamentos abusivos é identificada e denunciada, é possível perceber uma preocupante relativização de casais tóxicos, em prol dessa mentalidade de que, no fim, o amor solucionará todos os problemas.
amizade
bissexualidade
CCAnálise
Felica x Limantha: afinal, foi ''justo'' o final de Lica em Malhação?
3.4.18Colaboradores CC
A recém-finalizada temporada de Malhação, intitulada “Viva A Diferença”, se destacou das demais e cativou o público não somente pelos vários temas importantes que foram abordados, mas pela maneira como isso foi feito e, sobretudo, pelas protagonistas: cinco garotas, vindas de realidades completamente diferentes, que se tornaram melhores amigas quando se viram presas em um vagão de metrô, com uma delas prestes a dar à luz. O nascimento do Tonico – o filho da Keyla – uniu as Five e, arrisco dizer, que mais que qualquer casal, a amizade entre elas é a relação mais importante da novela. Tudo começou e terminou com elas.
Há apenas alguns meses atrás, se me pedissem para fazer uma lista com os meus casais favoritos de Teen Wolf, Stiles e Lydia, certamente, estariam entre os primeiros colocados. Contudo, desde a sexta temporada e, após parar para refletir sobre alguns aspectos, eu acabei mudando minha opinião.
CCdiscussão
colaborador
Isabela Duarte
Representatividade e a importância de Limantha na Malhação
24.1.18Taiany Araujo
A atual temporada de Malhação, chamada “Viva a Diferença”, resolveu formar um casal de meninas, com duas personagens até então, supostamente, héteros. Embora assistir televisão tenha sido um hábito perdido por mim nos últimos anos, “Limantha” foi a razão pela qual voltei a ligar a minha TV na Rede Globo. Assisti na Globo Play tudo o que eu havia perdido e junto com minha amiga e companheira nessa difícil vida de shippar casais LGBTQ+, embarcamos nessa “jornada”. E devo admitir que me surpreendi.
Camren
colaborador
faberry
Dentro de grupos minoritários também há muita disseminação de preconceito
17.10.17Colaboradores CC
Já escrevi sobre Faberry (Quinn Fabray e Rachel Berry) inúmeras vezes, seja no Facebook – isto é, em discussões em grupos e páginas de Glee, pois eu diria que embora muito amado, é também um ship muito odiado – ou em conversas com meus amigos (ou desconhecidos, :v) no WhatsApp, nas quais eu expliquei o que eu vejo entre as duas. E no caso dos amigos, que transformei em Gleeks, também é meio que um processo obrigatório ouvir minhas teorias inacabáveis sobre esse “não-casal” maravilhoso. Contudo, algo que acompanha a fandom Faberry é Achele, que é o ship das atrizes, Dianna Agron e Lea Michele, popularmente conhecidas como “amores da minha vida”.
Há alguns dias, uma discussão surgiu em um grupo de amigos no WhatsApp, sobre o famigerado “racismo reverso”, ou seja, o racismo com pessoas brancas. Uma história tão fantasiosa quanto os contos mirabolantes da “heterofobia”... Enfim, um dos meus amigos afirmou que brancos podem sim sofrerem racismo, em raras ocasiões. O argumento se fundamentava na ideia de que em um bairro (ou colégio) de maioria negra, é possível que haja violência por parte dos negros para com um aluno branco e que isso caracterizaria racismo. O que, como (espero) que a maioria que lê os textos do CC sabe bem, está longe de ser verdade.
CCAnálise
CCSéries
colaborador
Faberry e a importância de Glee na minha vida
15.5.17Colaboradores CC
Minha história com Glee é um tanto curiosa. Cresci ouvindo hard rock e algumas outras variantes do gênero, pois era o que o meu pai sempre gostou. Como uma boa criança metida a roqueira que cresceu em um lar conservador, não foi surpresa que eu, mesmo sem entender nada com coisa nenhuma, reproduzisse homofobia ao criticar artistas pop, ou as “bandinhas coloridas”, apesar de nunca tê-los ouvido, me baseando apenas em... Sei lá o quê, já que em contrapartida eu era fã de Big Time Rush, Victorious e as novelas mexicanas teen da Nickelodeon, como Isa TKM e Grachi.
Mesmo assim, eu odiava pop e “essas coisas de viado”. Ironicamente, era eu a prima que só brincava com os meninos, gostava de “brinquedos de homem” e tinha as tias chatas no pé quase que todos os finais de semana (quando eu as via). Bem, o ponto é: eu odiava Glee. Por alguma razão desconhecida, eu desprezava o seriado sem nunca ter assistido, apenas por ser “de menininha e viadinho” – alguém avisa a “eu do passado” que ela é uma menina e que isso aí é o maior close errado, por favor?







