Nunca gostei desse contexto futurístico que envolve robôs, definitivamente não é a minha praia. Entretanto, desde que li "As Cavernas de Aço", também de Asimov, tenho conseguido desconstruir essa má impressão do mundo dos robôs. Acho que isso acontece porque diferente do que sempre esbarro, ele lida mais com as ideias do que com conflitos diretos. Não suporto aquela algazarra de combate entre elemento A e elemento B, mas quando o autor brinca com as leis da robótica e te induz a questionar a existência de um robô, isso me fascina.
Vocês sabiam que Asimov criou uma cronologia para orientar a leitura de seus livros? Pode até parecer que os livros de robôs não tem nada a ver com a trilogia da fundação, mas o autor confirmou que está tudo interligado, e que ele está narrando um único grande futuro. Com tantos volumes ambientados em diferentes épocas, tanta informação reincidente nas histórias e tanta gente lendo livros dele no VAM12L este mês, talvez seja bom entender um pouquinho mais do Universo Asimov.
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